Comprometido com a mitigação das mudanças climáticas e alinhado às suas ambições ESG, o CTE teve suas metas de redução de emissões validadas pela Science Based Targets Initiative (SBTi). A empresa de consultoria e gerenciamento se comprometeu a manter zeradas as emissões de escopo 1 e 2 até 2030, além de medir e reduzir as emissões de escopo 3 (indiretas, relacionadas à cadeia de fornecimento), tomando como referência o ano-base de 2024.
Essa conquista está em consonância com os objetivos do Acordo de Paris, que busca limitar o aquecimento global a 1,5 °C em relação aos níveis pré-industriais. A publicação de metas fundamentadas em ciência reforça a transparência e consolida a trajetória do CTE como organização que coloca a sustentabilidade no centro de sua estratégia, cultura e operação.
“Trata-se de um passo que nenhuma outra consultoria deu no Brasil, confirmando nosso posicionamento estratégico nesse tema”, afirma Renato Salgado, consultor de sustentabilidade e coordenador do Comitê ESG do CTE.
Atualmente, mais de dez mil empresas de diferentes portes e setores possuem metas validadas pela SBTi. A iniciativa, fruto da colaboração entre CDP, Pacto Global da ONU, World Resources Institute (WRI) e World Wide Fund for Nature (WWF), avalia de forma independente os compromissos corporativos de descarbonização.
O que são as metas baseadas em ciência?
As metas baseadas em ciência são objetivos de redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE) que seguem metodologias reconhecidas internacionalmente e são compatíveis com os limites estabelecidos pelo Acordo de Paris. Dessa forma, elas garantem que os compromissos de sustentabilidade de organizações e países não sejam arbitrários, mas fundamentados em dados científicos.
Ao submeter suas metas à SBTi, as empresas não apenas recebem incentivo para reduzir emissões, mas também fortalecem sua reputação, aumentam a confiança de investidores e demais partes interessadas e se antecipam às pressões regulatórias e de mercado por práticas sustentáveis e de baixo carbono.
A jornada de descarbonização do CTE
Nos últimos anos, o CTE vem avançando na redução de sua pegada de carbono. Em 2025, a empresa publicou o primeiro Inventário de GEE desde que mudou para sua nova sede. Com base na metodologia do GHG Protocol, o trabalho abrangeu as atividades de 2024, incluindo os escopos 1, 2 e 3.
Nesse período, as emissões totais somaram 114,03 tCO₂e, sendo 96% provenientes de fontes indiretas (escopo 3) e 3,7% da compra de eletricidade (escopo 2). A partir desse diagnóstico, foram definidos planos de ação, com destaque para estímulo ao uso de transporte coletivo ou compartilhado e para a redução de viagens corporativas por meio da ampliação de reuniões virtuais.
“Para que as metas sejam cumpridas, seguiremos inventariando nossas emissões com máxima precisão e transparência, divulgando-as no Registro Público de Emissões do Programa Brasileiro GHG Protocol”, explica Salgado. Ele reforça que medições rigorosas são essenciais para uma gestão estratégica de carbono. “Continuaremos comprometidos em zerar as emissões associadas ao consumo de energia por meio da aquisição de certificados de energia renovável e em monitorar as emissões indiretas, como parte de nosso compromisso ESG”, acrescenta.
O CTE materializa seu propósito de inspirar mudanças positivas na construção e na sociedade. Além de ocupar um edifício altamente eficiente, certificado LEED Gold, a sede do CTE opera com desempenho máximo, pautado nas melhores práticas internacionais, certificado LEED Platinum O&M. O Comitê ESG da empresa é bastante atuante, avaliando mensalmente o cumprimento das metas estabelecidas.
Essas iniciativas refletem uma visão de longo prazo, na qual o CTE busca ser não apenas um player técnico relevante, mas um agente de transformação sistêmica da construção civil brasileira. “A definição e formalização de metas de redução baseadas em consenso científico é motivo de orgulho, mas também um passo esperado diante do grau de compromisso que temos com o tema”, conclui Salgado.
Atuação estratégica na construção civil
Paralelamente, o CTE contribui para a descarbonização do setor oferecendo um portfólio completo de consultorias técnicas que apoiam empreendimentos na redução de impactos ambientais. Entre os principais serviços estão: elaboração de inventários de emissões de GEE, desenvolvimento de planos de ação climática e suporte na definição de metas baseadas em ciência.
A organização também lidera processos de certificação ambiental de edifícios por sistemas reconhecidos globalmente, como LEED, AQUA-HQE, EDGE e GBC Brasil, promovendo eficiência energética, uso racional de recursos e mitigação de impactos ambientais em toda a cadeia produtiva.
Mais informações sobre o desempenho de sustentabilidade estão disponíveis no mais recente Relatório de Sustentabilidade do CTE. Acesse aqui.
Autor
Juliana Nakamura
Jornalista formada pela PUC-SP, com pós-graduação em Mídias Digitais. Com mais de vinte anos de experiência, atuou em diversos veículos de comunicação, como O Estado de S. Paulo, UOL, Editora Pini e Casa Vogue. Especializada na cobertura de temas ligados à construção civil, mercado imobiliário, arquitetura e urbanismo, também desenvolve conteúdo para entidades setoriais e empresas. Desde 2020, colabora com CTE.


