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O aumento nos números dos Fundos de Investimentos Imobiliários

27 de março de 2020

Nos últimos anos o Brasil vem acompanhando uma enorme ascensão de Fundos de Investimento Imobiliário (FII).  Segundo relatório de janeiro de 2020 da B3, o número de FIIs negociados na B3 saltou de 127 em 2015 para 226 em jan/2020. Já os FIIs registrados na CVM, os quais incluem os listados e os não listados na bolsa, passaram de 264 para 571 no mesmo período.

O número de investidores interessados nesta modalidade cresceu exponencialmente em particular no último ano, sendo que atualmente este número ultrapassa 715 mil, conforme pode ser visto no relatório da B3 de janeiro/2020:

Mas afinal, o que são os FIIs?

Os FIIs são uma comunhão de recursos destinados à aplicação em empreendimentos imobiliários. Esta aplicação pode ser feita na aquisição ou construção de empreendimentos residenciais, comerciais, logísticos, shoppings, escolas, etc. (chamados de fundos de tijolo), ou na aquisição de ativos de renda fixa (LCI, CRI, LH etc.), cotas de outros FIIs ou até mesmo na compra de ações que atuam no ramo imobiliário (chamados de fundos de papel).

A captação inicial de um FII é feita por uma instituição financeira, que administra o fundo, através da distribuição de cotas. É o chamando IPO (Oferta Pública Inicial, em inglês). Cada investidor recebe um determinado número de cotas, proporcional ao volume investido.

Os FII são constituídos na forma de condomínio fechado, ou seja, seus investidores só podem sair do fundo se venderem suas cotas no mercado secundário para outros investidores interessados em adquiri-las ou então devem aguardar o término do prazo de duração do fundo, quando este não for indeterminada.

A rentabilidade dos FIIs para os investidores pode ser através da valorização das cotas negociadas na bolsa e pela distribuição dos rendimentos obtidos.

Além dos administradores, que cuidam da parte burocrática, os FIIs também possuem gestores. Estes são responsáveis pelas decisões de compra e venda, reformas para garantir a competitividade do imóvel, e demais decisões relacionadas à parte imobiliária.

O CTE atua na prestação de serviços para gestores de fundos

Para que os fundos possam gerar caixa e distribuir renda aos cotistas, é fundamental que os ativos sejam atualizados de forma a manter a competitividade no mercado, e que seja feito um controle próximo de todos os requisitos necessários para manter o ativo em bom funcionamento. Além disso, é importante que o gestor tenha um olhar atento à entrada e saída de locatários dos ativos, de forma a não depreciar o imóvel com o uso e eventuais reformas.

Junto a gestores de fundos de investimento imobiliário o CTE vem atuando fortemente na última década, basicamente em 3 grandes frentes, conforme abaixo:

— Gerenciamento de projetos e obras nos casos de fundos que investem em desenvolvimento de empreendimentos imobiliários (greenfields);

— Realização de due diligence técnica para a compra de novos ativos, avaliando a situação dos imóveis, incluindo aspectos legais, ambientais e de conservação, mensurando e quantificando os riscos técnicos envolvidos nos deals;

— Gestão técnica dos ativos imobiliários em carteira, incluindo o monitoramento constante da regularidade dos imóveis, assim como gerenciando as intervenções necessárias para a garantia do valor patrimonial destes ativos imobiliários, através de vistorias periódicas, avaliação de entrada/saída de locatários e gerenciamento de intervenções necessárias.

Para saber mais, entre em contato conosco.

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