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Sustentabilidade: CTE supera a marca de 300 projetos certificados

1 de setembro de 2020
Centro de Pesquisa & Inovação da L’Oréal Brasil.

Números redondos são um convite à reflexão sobre jornadas e trajetórias. No caso da unidade de sustentabilidade do CTE, ultrapassar a marca de 300 projetos certificados cria a oportunidade de analisar como o setor da Construção Civil evoluiu nos últimos anos quanto à sua responsabilidade ambiental.

Três centenas de projetos, de diferentes portes e tipologias, que equivalem a mais de 9 milhões de metros quadrados certificados. O número fornece uma pista sobre os ganhos em cadeia que ocorrem quando um edifício é atestado como sustentável. São empreendedores e administradores que reduzem seus custos operacionais, além de uma quantidade enorme de usuários que usufruem espaços mais saudáveis e produtivos. Sem contar que toda a sociedade ganha com o aproveitamento mais inteligente dos recursos naturais e com a redução de emissões.

Eldorado Business Tower

PIONEIRISMO E CONSISTÊNCIA

A história do CTE com a construção sustentável teve início em 2006 com a formação de um time de consultoria e a criação das primeiras metodologias para auxiliar no processo de certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) dos empreendimentos da Tishman Speyer no Brasil. Hoje, a unidade de sustentabilidade conta com mais de 50 profissionais com sólida experiência no mercado e com formações multidisciplinares.

Em 2008, o CTE participou do nascimento do GBC Brasil (Green Building Council Brasil) e do CBCS (Conselho Brasileiro de Construção Sustentável). No mesmo ano, a unidade Delboni Auriemo no bairro de Santana, em São Paulo, se tornou o primeiro projeto conduzido pela consultoria a receber o selo LEED.

Logo vieram outros trabalhos de alta complexidade. Entre eles, o Eldorado Business Tower (primeiro corporativo do Brasil a conquistar o LEED Platinum, em 2009), a Torre Santander (2010), o Pátio Victor Malzoni (2013), os hospitais Albert Einstein e Sírio Libanês (em 2010 e 2016, respectivamente) e o Aqwa Corporate (2018).

O desenvolvimento prosseguiu com a criação de novos instrumentos para balizar as práticas sustentáveis e foi maximizado pela capacitação contínua dos consultores em um esforço conjunto para fortalecer a cultura focada em desempenho operacional, inovação e tecnologia.

A diversificação dos serviços prestados pela unidade de sustentabilidade acompanhou a evolução do mercado. Atualmente, a unidade conta com equipes especialistas em projetos, eficiência, conforto ambiental, sistemas prediais, comissionamento, obras, operação e materiais sustentáveis.

O portfólio de certificações ofertadas também foi ampliado acompanhando as tendências de mercado. “Ao LEED juntaram-se outras metodologias como Aqua-HQE, Selo Azul da Caixa Econômica Federal, Procel Edifica, GBC Casa e Condomínio, além dos mais recentes EDGE, Well e Fitwel”, cita Adriana Hansen, gerente de consultoria da Unidade de Sustentabilidade do CTE.

Aqwa Corporate

CERTIFICAÇÕES MAIS ACESSÍVEIS

Quando os primeiros projetos conduzidos pelo CTE foram certificados, as ações estavam essencialmente focadas em empreendimentos triple A de edifícios de escritórios. Logo criou-se um entendimento de que ativos imobiliários operados com baixo impacto ambiental apresentam vantagens competitivas, sobretudo com a redução de custos operacionais.

“O mercado amadureceu e o interesse pela sustentabilidade estendeu-se a outras tipologias de projeto e para outras regiões do país, além do eixo Rio-São Paulo. Cases de certificação de arenas esportivas surgiram, assim como de hospitais, interiores corporativos, varejo, educação e galpões logísticos”, conta Rafael Lazzarini, diretor da Unidade de Sustentabilidade do CTE.

Nesse ciclo evolutivo, uma etapa importante foi a popularização da temática da sustentabilidade nos empreendimentos. “Tanto é que hoje, o CTE certifica desde um pequeno espaço comercial, até um projeto de urbanização com milhões de metros quadrados, passando por conjuntos habitacionais populares”, revela Lazzarini.

Mais recentemente, esse movimento chegou, finalmente, aos empreendimentos residenciais, impulsionado pelo desenvolvimento de selos como o EDGE (Excellence in Design for Greater Efficiencies).

PRÓXIMOS DESAFIOS

Equipe da Unidade de Sustentabilidade do CTE. Foto tirada antes da pandemia (fev/20)

A vontade de ir além de um papel de gestão, com trabalho integrado com as diversas disciplinas de projeto, e a busca constante pelas melhores soluções para os clientes, marcam a trajetória da Unidade de Sustentabilidade do CTE.

O olhar para o futuro indica que novos desafios serão impostos para quem projeta, constrói e gerencia edificações, impactando os processos de certificação ambiental, inevitavelmente.

“Entre as tendências que vislumbramos, está a necessidade de equilibrar o alto desempenho dos edifícios e a redução de pegada de carbono com a garantia de saúde e bem-estar dos ocupantes”, adianta Adriana Hansen.

“Os desafios podem ser grandes, mas com o apoio de uma equipe altamente especializada e muito experiente, estamos prontos para superá-los”, garante o coordenador comercial do CTE, Frederik Purper.

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