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	<title>Arquivo de Operação Sustentável - CTE</title>
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	<link>https://cte.com.br/cases/operacao-sustentavel/</link>
	<description>Uma empresa de consultoria e gerenciamento que oferece soluções em gestão, qualidade, tecnologia, sustentabilidade, inovação e capacitação, para as empresas da cadeia produtiva da construção e para as etapas de concepção, projeto, especificações, obras e operação de empreendimentos</description>
	<lastBuildDate>Tue, 14 Jul 2026 19:10:27 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Operação Sustentável - CTE</title>
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		<title>GTIS Partners</title>
		<link>https://cte.com.br/cases/operacao-sustentavel/gtis-partners/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniela Alves da Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2025 17:40:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eficiência energética é maximizada com monitoramento e ajustes em sistemas centrais de climatização </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Eficiência energética é maximizada com monitoramento e ajustes em sistemas centrais de climatização&nbsp;</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em edifícios corporativos, a operação do sistema de climatização costuma ser o principal demandante de energia, podendo responder por até 50% do consumo global do empreendimento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, com dados confiáveis obtidos por meio do monitoramento das operações e inteligência aplicada, é possível identificar oportunidades para otimizar o funcionamento dessas máquinas, garantindo alta performance técnica e eficiência energética.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso fica evidente em casos como o da GTIS Partners, empresa global de investimentos imobiliários, que obteve economias significativas após ajustes na operação das centrais de água de condensação (CAC) e das centrais de água gelada (CAG) de três edifícios que estão sob sua gestão: Castelo, Vista Guanabara e Vista Mauá, todos no Rio de Janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse caso específico, a redução no consumo de energia ficou entre 11% e 35% em cada edifício, somando quase 1,3 milhão de kWh de economia no período de dois anos. Esse valor equivale ao consumo <strong>mensal </strong>de 4 mil casas e a um volume de emissão evitadas de 48,9 tCO2eq. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Apenas no edifício Castelo, a diminuição foi de quase 600 mil kWh, o que significa algo em torno de R$ 534 mil de economia e emissões de CO2 evitadas da ordem de 22,85 tCO2eq.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Monitoramento em tempo real</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado é fruto de um trabalho contínuo que começou em 2022 e que envolve o esforço conjunto das equipes de operação dos edifícios, dos gestores condominiais e da consultoria do CTE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Carlos Ferreira, consultor de Operação Sustentável no CTE, conta que tudo começa com uma robusta análise técnica da condição de operação atual dos sistemas e o monitoramento de dados em tempo real para identificar as oportunidades de melhoria. Para isso, são utilizados uma centena de medidores e sensores IoT (Internet das Coisas) conectados à plataforma SID (Smart Information Data) desenvolvida pelo CTE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Através do monitoramento contínuo, é possível correlacionar as informações de potência elétrica com as demais variáveis que influenciam o aumento de consumo e criar indicadores de performance que viabilizam análises detalhadas e aprofundadas. Outra característica da plataforma é viabilizar o manuseio dos dados de forma ágil, fácil e intuitiva por meio de <em>dashboards</em> visuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir da análise crítica dessas informações pelos consultores do CTE, são elaboradas orientações que se transformam em ações práticas na operação dos edifícios, como ajustes em automação e em perfis de operação.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O principal diferencial desta metodologia é que o resultado obtido é contínuo e monitorado através de uma ferramenta de medição e verificação (M&amp;V). Com isso, qualquer desvio que possa comprometer a eficiência do sistema é imediatamente detectado e ajustado em conjunto com a equipe técnica do edifício.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O mais interessante é que, com esse trabalho, conseguimos agregar economias significativas na operação dos edifícios, sem exigir investimentos com aquisição ou substituição de equipamentos. As intervenções costumam se limitar a ajustes e ao recomissionamento do sistema”, explica Ferreira, reforçando que o objetivo é fazer com que os sistemas continuem entregando o mesmo resultado com maior eficiência energética.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do consumo de energia, nos edifícios geridos pela GTIS Partners, o monitoramento é utilizado, também, para acompanhar o consumo de água.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Manutenção de alta performance e melhoria contínua</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o principal objetivo do projeto de eficiência energética seja reduzir o consumo de energia, a gestão dos edifícios também pode registrar melhorias qualitativas em decorrência desse processo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao ter uma operação mais eficiente, o gestor reduz custos de horas de trabalho da equipe de manutenção e diminui a ocorrência de paralisações em máquinas e equipamentos, justamente por causa do monitoramento constante com olhar preditivo. Além disso, os prédios mantêm a operação dentro das boas práticas de eficiência energética utilizando tecnologias inovadoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há, ainda, reduções de emissões de carbono associadas ao menor consumo de energia. Esse tipo de ganho é bastante importante para gestores comprometidos com o ESG (<em>Environmental, Social and Governance), </em>caso da GTIS, que reporta seu desempenho ambiental para organismos como o <a href="https://cte.com.br/blog/operacao-sustentavel/gresb/">GRESB (Global Real Estate Sustainability</a> Benchmark). Em 2024, a avaliação anual e global de portfólios e fundos imobiliários reconheceu o GTIS Brazil Real Estate Fund III (no qual o Edifício Castelo está inserido) como o fundo imobiliário mais sustentável das Américas no segmento de escritórios, líder do setor (<em>sector leader</em>) em referido segmento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma vez conquistado alto nível de eficiência energética, a etapa seguinte passa a ser manter essa alta performance com o passar do tempo. Por isso, o acompanhamento contínuo da operação é fundamental, de modo a manter a excelência da operação.&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>EZ Towers</title>
		<link>https://cte.com.br/cases/operacao-sustentavel/ez-towers/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Daniela Alves da Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jan 2025 12:49:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Torre A do EZ Towers maximiza a eficiência energética com monitoramento de sistema de ar condicionado</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Torre A do EZ Towers maximiza a eficiência energética com monitoramento de sistema de ar condicionado</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O EZ Towers é um condomínio triple A composto por duas torres construído em um novo eixo comercial paulistano, na avenida Chucri Zaidan, próximo à marginal do Rio Pinheiros.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com 31 pavimentos e 47 mil m² de área bruta locável, a torre A do empreendimento vem adotando uma série de ações para maximizar a eficiência operacional, reduzindo a demanda por energia e, consequentemente, as emissões de carbono.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De propriedade da São Carlos, o edifício obteve a certificação LEED (<em>Leadership in Energy and Environmental Design</em>) BD+C, voltado às novas construções, no nível Gold. Depois disso, conquistou a recertificação <a href="https://www.scsa.com.br/sc-office/ez-towers-recebe-recertificacao/">LEED O+M</a> (Operação e Manutenção) no nível Platinum, o mais alto possível. O prédio também obteve o selo Fitwel, focado na promoção da saúde e do bem-estar dos ocupantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, uma significativa economia de energia foi obtida na torre A em consequência de um trabalho de monitoramento direcionado ao sistema de ar condicionado. Rodrigo Ferreira dos Santos, consultor de Operação Sustentável no CTE, explica que o EZ Tower utiliza um sistema VRF (Variable Refrigerant Flow) com condensação à água. A tecnologia conta com duas centrais de água de condensação (CAC) automatizadas para o controle das variáveis de processo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Buscamos melhorias na operação desse sistema específico, por meio de ajustes em <em>set points</em>. Isso fez com que o sistema trabalhasse com menor consumo de energia, entregando o mesmo produto, que é a água de condensação em temperatura e pressão adequada”, revela Santos. Ele conta que essas pequenas alterações — que não exigiram qualquer tipo de investimento financeiro — agregaram uma economia ao edifício de 20 mil reais de economia em apenas três meses. Houve um consumo evitado de 94.814,20 kWh, o que representa um percentual de 31,4 % de economia de energia na central de água de condensação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Desempenho operacional otimizado</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho para otimizar o desempenho operacional na torre A do EZ Towers começou com a coleta de dados da operação, para entender como os sistemas estavam funcionando. Após a análise dessas informações, os consultores do CTE puderam orientar a gestão do prédio sobre oportunidades de melhorias visando a <a href="https://materiais.cte.com.br/eficiencia-energetica">eficiência energética</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Santos, para o sucesso desse projeto, foi fundamental o engajamento das equipes envolvidas, tanto da São Carlos, quanto da CBRE (responsável pela gestão do empreendimento), incluindo os times automação e de operação.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também colaborou para a conquista dos excelentes resultados, o uso da ferramenta SID (Smart Information Data)<strong> </strong>do CTE. Capaz de consolidar informações de consumo, bem como de outros indicadores, a plataforma viabiliza análises detalhadas e aprofundadas, assim como o manuseio dos dados de forma ágil, fácil e intuitiva por meio de dashboards visuais. “Com inteligência artificial e aprendizado de máquina embarcados, a SID permite que o gestor do prédio avalie, em tempo real, o consumo de energia e de água. Com isso, havendo algum desvio, é possível identificar e agir rapidamente na mitigação”, diz Santos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de maximizar a eficiência do ar condicionado, outras estratégias utilizadas no EZ Towers colaboram para que o prédio atinja um nível de racionalização tão elevado. Entre elas, a medição de energia individualizada por conjunto, estimulando cada locatário a reduzir o seu consumo. Outra solução de grande impacto é a especificação dos materiais da fachada, que utiliza vidros com fator solar entre 27% e 33% e conta com peitoril para reduzir a área de incidência de calor, dimensionado com o apoio de modelagem energética.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Michel Ribeiro, gerente de operações na São Carlos, conta que as iniciativas de eficiência energética, como a otimização do sistema de ar-condicionado na Torre A, não apenas refletem o foco da São Carlos na redução de custos operacionais, como também reforçam o compromisso da empresa com o meio ambiente e com a melhoria da qualidade de vida de todos os ocupantes. “Hoje nossa missão é promover sustentabilidade e inovação. O trabalho excepcional liderado pela equipe do CTE tem sido crucial para alcançarmos esses objetivos”, finaliza Ribeiro.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sobre a São Carlos</strong>Uma das principais companhias de investimento e administração de imóveis comerciais do Brasil, a São Carlos é proprietária e operadora de um amplo portfólio composto por edifícios de escritórios de alto padrão e por centros de conveniência (<em>strip malls</em>) nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Com mais de 20 anos de experiência, a empresa adquiriu a torre A do EZ Towers em 2013.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>São Carlos</title>
		<link>https://cte.com.br/cases/operacao-sustentavel/sao-carlos-maximiza-eficiencia-hidrica-e-energetica-em-todo-seu-portfolio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[alison]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Sep 2024 13:28:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>São Carlos maximiza eficiência hídrica e energética em todo seu portfólio</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">São Carlos maximiza eficiência hídrica e energética em todo seu portfólio</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das maiores&nbsp;<em>properties</em>&nbsp;(companhia de investimento no mercado imobiliário) de capital aberto do país, com um portfólio composto por empreendimentos comerciais de alto padrão e por centros de conveniência (<em>strip malls</em>), situados nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, a&nbsp;<strong>São Carlos</strong>, mais uma vez, demonstra que leva muito a sério o seu propósito de criar o ambiente ideal para uma vida sustentável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Proprietária de mais de&nbsp;<strong>400 mil m² de área bruta locável</strong>, a São Carlos adota como diretriz estratégica a redução de impactos ambientais relacionados à operação de todos os seus empreendimentos. Isso se deve principalmente pela sua responsabilidade corporativa, mas também por acreditar que essa atitude lhe traz um importante diferencial competitivo. Afinal, empreendimentos com melhor desempenho no consumo de água e energia geram taxas condominiais muito inferiores à média do mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As ações da São Carlos na área ambiental também refletem a preocupação da empresa em se antecipar às demandas de seus locatários por políticas&nbsp;<strong>ESG</strong>&nbsp;(sigla do inglês,&nbsp;<em>Environmental, Social, and Governance</em>), o que é uma tendência mundial.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>EFICIÊNCIA MENSURÁVEL</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">As práticas da São Carlos no campo da sustentabilidade estão concentradas em soluções capazes de: (i) eliminar desperdícios, (ii) otimizar a performance dos equipamentos e, consequentemente, (iii) reduzir o consumo de água e energia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tal estratégia vem sendo apoiada pela equipe da&nbsp;<a href="https://www.cte.com.br/esg-e-sustentabilidade/"><strong>Unidade Operação Sustentável CTE</strong></a>, com o qual a São Carlos mantém uma relação de longo prazo, que começou com a certificação LEED (<em>Leadership in Energy and Environmental Design</em>) do Eldorado Business Tower, em 2009.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A parceria evoluiu para o desenvolvimento de um programa de sustentabilidade voltado a todo o portfólio, visando consolidar práticas que, até então, eram aplicadas individualmente em cada edifício”, conta&nbsp;<strong>Wagner Oliveira</strong>,&nbsp;diretor da unidade de Operação Sustentável do CTE.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>O trabalho contempla um amplo plano de ação, que inclui a instalação de sensores em equipamentos estratégicos, a adoção de um software para gestão energética e hídrica real time,&nbsp;bem como atividades de consultoria permanente e proativa.</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Para criarmos um diferencial para o nosso portfólio, precisamos ir além da obtenção de um selo verde”, afirma&nbsp;<strong>André Lessa Mansur</strong>, Gerente de Operações na São Carlos. Ele explica que, embora a certificação seja algo desejável, é fundamental monitorar constantemente a performance dos sistemas prediais para maximizar a eficiência dos equipamentos e ter agilidade na tomada de decisões, sempre baseadas em dados, para alcançar o nível esperado de sustentabilidade nos empreendimentos. Trata-se de um trabalho diário de acompanhamento de informações e ajustes no funcionamento dos equipamentos, realizados pelo time de Operações da São Carlos, em parceria com o CTE e com as equipes dos condomínios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mansur conta que eficiência operacional do empreendimento é um item cada vez mais valorizado pelos locatários. “O nosso cliente olha para o custo de ocupação de modo amplo, incluindo o valor do aluguel e das taxas condominiais”, diz Mansur. Ele lembra que os gastos com energia elétrica e com água e esgoto respondem, em média, por 26% dos custos condominiais nos edifícios da São Carlos e, que, portanto, a redução dessas despesas é facilmente perceptível e apreciada pelos clientes.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>EFICIÊNCIA EM EDIFÍCIOS EXISTENTES</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Boa parte do portfólio de edifícios corporativos da São Carlos é composta por empreendimentos que foram retrofitados pela companhia. Nesses edifícios, as boas práticas de sustentabilidade são contempladas desde a concepção do projeto de retrofit até os procedimentos operacionais implantados a partir da conclusão da obra.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>E, é principalmente através de investimentos na modernização dos sistemas prediais, que a São Carlos consegue transformar edifícios existentes em empreendimentos sustentáveis e modernos, conforme os mais elevados padrões mundiais.</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi assim que a São Carlos obteve a certificação LEED O+M Gold para o City Tower, no Centro do Rio de Janeiro, e para o Corporate Plaza, na zona sul da capital paulista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Temos grande orgulho de fazer com que edifícios que não foram projetados, nem construídos, visando a sustentabilidade, operem do modo mais eficiente possível, contribuindo para o meio ambiente, para a sociedade e para os nossos clientes”, comenta Mansur.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>RESULTADOS ALCANÇADOS</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Além de maximizar a eficiência operacional dos edifícios sob sua gestão,&nbsp;<strong>a São Carlos obteve outras vantagens com a implantação do Programa de Sustentabilidade</strong>&nbsp;desenvolvido em parceria com o CTE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das principais vantagens foi a capacidade de adaptar a operação dos empreendimentos às taxas de ocupação variáveis e bem diferentes das comumente observadas antes de março de 2020. Os efeitos da pandemia de Covid-19 levaram à grande oscilação das taxas de ocupação dos empreendimentos e foi preciso descobrir novas maneiras de operar os empreendimentos, garantindo a eficiência, o conforto e a preservação da saúde dos seus ocupantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessa hora, a estratégia de monitoramento, ação rápida baseada em dados e a proximidade com as equipes dos condomínios foram determinantes para evitar desperdícios e identificar novos padrões de operação. “Com acesso à informação e ajustes constantes, foi possível obter reduções significativas no consumo de água e de energia em todos os nossos empreendimentos desde o início da pandemia em 2020, o que foi convertido em descontos para nossos clientes, no momento em que mais precisavam de ajuda.”, conclui André Mansur.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><em><strong>Sobre a São Carlos</strong></em></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;<a href="http://www.sca.com.br/site/">São Carlos</a>&nbsp;é uma das principais companhias de investimento e administração de imóveis comerciais do Brasil. A companhia é proprietária e operadora de um portfólio de imóveis, composto por edifícios de escritórios de alto padrão e por centros de conveniência, situados nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Criada a partir da cisão dos ativos imobiliários da Lojas Americanas, para operar de modo independente no setor de imóveis comerciais, a São Carlos tornou-se referência nos segmentos em que atua.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Projeto: Gestão sustentável de portfólios imobiliários</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">País: Brasil</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cidades: São Paulo e Rio de Janeiro</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cliente: São Carlos Empreendimentos e Participações S.A.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Vista Faria Lima</title>
		<link>https://cte.com.br/cases/operacao-sustentavel/vista-faria-lima-e-o-primeiro-edificio-paulistano-a-conquistar-a-tripla-certificacao-leed-zero/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[alison]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Sep 2024 14:51:15 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://homolog.homolog.cte.com.br/?p=684</guid>

					<description><![CDATA[<p>Vista Faria Lima é o primeiro edifício paulistano a conquistar a tripla certificação LEED Zero</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Vista Faria Lima é o primeiro edifício paulistano a conquistar a tripla certificação LEED Zero</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com localização privilegiada, no coração do principal centro financeiro de São Paulo, o Vista Faria Lima foi desenvolvido para ser um edifício triple A de máxima eficiência. Com arquitetura assinada pelo escritório Botti Rubin e construção sob responsabilidade da HTB, a torre de vidro possui uma série de certificações de sustentabilidade. Em 2016, o edifício recebeu o selo LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) BD+C&nbsp;(Building Design and Construction)&nbsp;no nível Gold. Já em 2021, o prédio conquistou o LEED O&amp;M&nbsp;(Operations and Maintenance)&nbsp;no nível Platinum, o mais alto possível, comprovando a adoção das melhores práticas na operação do edifício.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em função da qualidade do projeto e de todas as tecnologias embarcadas no Vista Faria Lima, a GTIS Partners&nbsp;e a CBRE viram a oportunidade de dar um passo além. De forma pioneira, o edifício buscou, de forma combinada, as certificações LEED Zero Energy, LEED Zero Carbon e LEED Zero Water. Trata-se do primeiro empreendimento em São Paulo a obter o reconhecimento para esses três quesitos simultaneamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que significa ser LEED Zero?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os referenciais LEED criados pelo U.S. Green Building Council (USBGC), os LEED Zero são os mais recentes. Eles funcionam como um&nbsp;complemento à certificação LEED para verificar o cumprimento das metas líquidas zero em edifícios existentes.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A certificação LEED Zero possui diferentes vertentes dedicadas à neutralização de impactos específicos. No caso do Vista Faria Lima, buscou-se a certificação em três áreas: Energy (energia), Water (água) e Carbon (carbono).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Wagner Oliveira,&nbsp;diretor de Operação Sustentável no CTE, explica que a certificação&nbsp;<a href="https://cte.com.br/blog/sustentabilidade/estrategias-e-praticas-para-a-producao-de-edificios-zero-energy/">Zero Energy</a>&nbsp;reconhece um balanço de uso&nbsp;de energia zerado durante um período de doze meses por uma combinação de alta eficiência energética e geração e/ou aquisição de energia por fontes renováveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desenvolvido para colaborar com a preservação dos recursos hídricos, o Zero Water é&nbsp;conferido às edificações que atingem um balanço no qual a quantidade de água não potável&nbsp;utilizada é maior do que a&nbsp;demanda por&nbsp;água potável da rede de abastecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Zero Carbon, por fim, requer que o empreendimento atinja um balanço de emissões de dióxido de carbono equivalente (CO₂ eq), provenientes do consumo de energia e dos deslocamento do ocupantes,&nbsp; igual a zero no ano de análise.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>LEED Zero Carbon</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com abordagem ampla, a certificação Zero Carbon é atribuída a edifícios altamente eficientes do ponto de vista energético,&nbsp;alimentados por&nbsp;fontes de energia renováveis, que neutralizam o carbono que emitem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A certificação não se limita ao consumo de energia, mas também considera as emissões decorrentes do deslocamento dos usuários do edifício. Isso significa que o empreendimento que almeja ser Zero Carbon precisa realizar uma pesquisa de transporte para mensurar o quanto os usuários emitem de carbono em seus deslocamentos diários para o trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Um aspecto interessante do Vista Faria Lima é que ele não foi desenvolvido com foco nas certificações LEED Zero. Mas, em função de sua operação altamente eficiente e controlada, identificamos a oportunidade de certificá-lo com poucos investimentos e ações de baixa complexidade”, analisa Cristina Umetsu, consultora ESG no CTE.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>LEED Zero no Vista Faria Lima</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No Vista Faria Lima, o&nbsp;processo de certificação foi bastante facilitado porque o edifício já contava com tecnologias de ponta e boas práticas de gestão. De propriedade da GTIS Parters Brasil, a torre possui uma série de soluções para reduzir o consumo de energia. A envoltória do prédio foi projetada visando o melhor desempenho energético. Além disso, os projetos luminotécnico, de automação e ar-condicionado foram concebidos para atingir o máximo desempenho energético.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também foi determinante para a obtenção dos melhores resultados o monitoramento constante de todos os consumos de água, energia e gás das áreas comuns e privativas. Conduzido pelo CTE, esse trabalho, iniciado em 2021 e ampliado em 2022, se baseia no monitoramento em tempo real, destes insumos, com uso hardwares com tecnologia IoT (Internet das Coisas) e software inteligente capaz de identificar desvios e indicar oportunidades de melhoria. As informações são avaliadas pelo time de Eficiência Operacional do CTE, que indica aos gestores do edifício quais ações devem ser realizadas e os ganhos esperados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O monitoramento de consumos é uma das estratégias fundamentais para se atingir uma operação sustentável. Através dele é possível verificar os padrões de consumo, identificar desvios e oportunidades de melhorias”, explica&nbsp;Beatriz Jardim Rosique, diretora jurídica na GTIS Partners. “Ao ter acesso aos dados de consumo em tempo real, conseguimos implementar medidas para melhorar a performance do edifício, aumentando a eficiência, reduzindo custos e mitigando os impactos ambientais”, continua a executiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acompanhado por um forte engajamento da CBRE, esse controle permitiu ao Vista Faria Lima eliminar desperdícios e atingir um nível de eficiência energética tamanho que foram necessárias poucas intervenções para alcançar o padrão LEED Zero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A principal delas foi o retrofit do sistema de água de reúso para ampliar a capacidade de captação e tratamento, aproveitando não apenas a água das chuvas, como também aquela coletada na drenagem dos subsolos. Anteriormente, esse líquido era bombeado dos subsolos diretamente para o sistema de drenagem público. Após a reforma, essa água passou a ser reaproveitada para irrigação e em bacias sanitárias, as duas aplicações que geram maior demanda hídrica em edifícios comerciais sem torres de resfriamento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Por meio de&nbsp;aperfeiçoamentos nas tecnologias existentes e implementação de novos processos, conseguimos melhorar nossos índices de consumo de água, energia e emissão de carbono, possibilitando atingir o objetivo proposto pela tripla certificação LEED Zero”, comenta Ivan Nolla, Property Management na CBRE. Segundo ele, “os resultados positivos são facilmente percebidos tanto pelo proprietário, como pela gestão da CBRE e pelas empresas ocupantes”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sobre a GTIS</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;<a href="http://www.gtispartners.com/">GTIS Partners</a>&nbsp;é uma empresa de investimento imobiliário global que administra U$4.5 bilhões* em ativos brutos. Fundada em 2005, atua em setores diversos, incluindo habitação unifamiliar e multifamiliar, escritórios, industrial/logística e hotelaria. No Brasil, a GTIS é uma das maiores empresas de private equity imobiliário, com participações em escritórios, residências, logística e hotelaria.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&nbsp;*Valor bruto dos ativos sob gestão</em><em>&nbsp;em 30/09/23.</em></p>
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		<title>Pinheiros One</title>
		<link>https://cte.com.br/cases/operacao-sustentavel/pinheiros-one-recebe-tripla-certificacao-leed-zero/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[alison]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Aug 2024 14:19:32 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://homolog.homolog.cte.com.br/?p=46214</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pinheiros One recebe tripla certificação LEED Zero</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Pinheiros One recebe tripla certificação LEED Zero</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Construído em 2012, com 24 pavimentos, o Pinheiros One é um empreendimento triple A implantado às margens do Rio Pinheiros, em São Paulo. Com arquitetura elegante, concebida pelo escritório Aflalo Gasperini, o empreendimento nasceu incorporando preocupações com eficiência e sustentabilidade. Tanto que foi certificado com o LEED Gold BD+C (para edifícios novos) em 2014.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2023, o edifício conquistou outro selo green building, o LEED O+M Platinum, para edifícios em operação. Na sequência, os proprietários da torre — Tellus e Barzel — enxergaram a oportunidade de dar um passo além para transformar o edifício em um ícone de sustentabilidade. Isso levou à busca e à conquista recente de mais três certificações ambientais: LEED Zero Water, LEED Zero Energy e LEED Zero Carbon.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde sua inauguração, o Pinheiros One se destaca por contar com tecnologias de ponta&nbsp; — como fachadas com vidros eficientes e sistema de ar condicionado VRV — e por ter uma operação muito eficiente. Por isso, quando houve o interesse em buscar as certificações LEED Zero, o esforço e os investimentos necessários foram facilitados. “As novas certificações refletem nosso compromisso com a sustentabilidade, com a inovação e com a eficiência no mercado imobiliário”, conta Ricardo Alves Borges, gerente de projeto e obras na Tellus, revelando que a empresa busca garantir que todos os seus ativos tenham, ao menos, uma certificação ambiental como o LEED.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A busca por certificações que atestem a sustentabilidade com credibilidade também é incentivada pelo fato de a Tellus ser signatária do PRI – Principles for Responsible Investment, principal defensor mundial de investimento responsável. “Isso significa que o olhar ambiental, social e de governança acompanha todas as nossas decisões de negócio”, diz Borges.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como funcionam as certificações LEED Zero?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As certificações LEED Zero vão além de simplesmente mostrar que o empreendimento é eficiente. Elas comprovam a neutralidade por meio de um processo transparente, auditado e com acreditação internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O LEED Zero Water&nbsp;é&nbsp;conferido às edificações que recirculam a água dentro do próprio prédio, utilizando um volume de reúso&nbsp;maior do que o de água potável fornecida pela rede de abastecimento. O Pinheiros One atingiu esse balanço graças ao reaproveitamento de água da chuva e&nbsp;de pias e ralos, que passam por uma estação de tratamento de efluentes interna para posterior reaproveitamento na irrigação do paisagismo e no acionamento de descargas sanitárias.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o LEED Zero Energy é atribuído&nbsp;a empreendimentos com um balanço de uso&nbsp;de energia zerado em um período de doze meses, graças à combinação de alta eficiência energética e geração e/ou aquisição de energia por fontes renováveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Para estar apto a receber o LEED Zero Energy, o Pinheiros One combinou boas práticas de&nbsp;eficiência à aquisição de certificados de energia renovável (I-RECS). A medida de compensação foi necessária porque&nbsp;a matriz energética brasileira, embora seja majoritariamente limpa (hidrelétricas), ainda utiliza energia termelétrica”, explica Nathalia Rodrigues,&nbsp;consultora ESG no CTE.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Neutralidade em carbono</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para receber o selo LEED Zero Carbon, a operação do edifício precisa zerar suas emissões de dióxido de carbono equivalente (CO₂&nbsp;eq.) provenientes do consumo de energia e dos deslocamentos dos ocupantes, no ano de análise.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Pinheiros One, a aquisição de certificados de energia renovável para a conquista do LEED Zero Energy colaborou para a neutralização das emissões de carbono relacionadas ao consumo de energia. Dessa forma, para atender às exigências do LEED Zero Carbon, foi necessário, apenas, compensar as emissões de carbono relacionadas ao transporte dos usuários, por meio da aquisição de créditos de carbono.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse ponto, colaborou o fato de o Pinheiros One incentivar o uso de modais ativos por meio da disponibilização de ampla infraestrutura para ciclistas, com bicicletário e vestiários, além da proximidade de estações de trem, metrô e ônibus. “A inauguração da ciclopassarela Jornalista Erika Sallum junto à ponte Bernardo Goldfarb sobre o Rio Pinheiros, que deve ocorrer em breve, contribuirá, ainda mais, para aumentar o volume de ciclistas no Pinheiros One”, comenta Ricardo Ponte, gerente de propriedades/facilities na Cushman &amp; Wakefield, responsável pela gestão do edifício.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com&nbsp;mais de&nbsp;57 mil m² construídos, o&nbsp;Pinheiros One é o maior empreendimento&nbsp;corporativo do Brasil (em metros quadrados) a obter essas cinco certificações LEED.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante do aumento da pressão por descarbonização e por responsabilidade ambiental, social e governança (ESG), a expectativa é a de que o interesse por certificações net Zero aumente cada vez mais, especialmente entre os proprietários de ativos de alta performance. “Isso porque embora ainda não consigamos mensurar o impacto das certificações no preço do aluguel e na taxa de vacância, elas certamente representam um diferencial competitivo importante, sobretudo perante locatários multinacionais”, conclui Ricardo Borges.</p>
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		<title>XP Asset Management</title>
		<link>https://cte.com.br/cases/operacao-sustentavel/xp-asset-management/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[alison]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2024 13:39:43 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://homolog.homolog.cte.com.br/?p=46735</guid>

					<description><![CDATA[<p>Consultoria ESG para a XP Asset Management</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Relatório de sustentabilidade joga luz sobre práticas e metas ESG da XP Asset</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando falamos em ESG (<em>Environmental, Social and Governance</em>), uma ação vital na agenda das empresas é divulgar as ações realizadas e os resultados atingidos para seus&nbsp;<em>stakeholders</em>&nbsp;e a sociedade. A elaboração dos relatórios anuais de sustentabilidade e de ESG é uma etapa crítica nesse contexto. Esses reports têm como principal objetivo apresentar, de forma verdadeira e clara, os avanços&nbsp; registrados no período, assim como os resultados gerados para o meio ambiente e a sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O relatório traz, de forma objetiva, tudo o que a empresa tem realizado nas esferas ambiental, social e de governança. Trata-se de um instrumento valioso de comunicação e de transparência com clientes,&nbsp;investidores, acionistas, parceiros de negócio e com a comunidade de modo geral”, explica Cristina Umetsu, consultora ESG no CTE.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Consultoria ESG para a XP Asset&nbsp;</strong><strong>Management</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso dos Fundos de Investimento Imobiliários (FIIs), todas as partes interessadas, em especial os investidores, têm interesse em compreender como os recursos estão sendo aplicados e como a companhia está progredindo nas questões ESG.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O CTE, por meio da Unidade de Operação Sustentável, tem auxiliado os gestores desses fundos no desenvolvimento de relatórios de sustentabilidade. O trabalho, realizado em fina sintonia com o cliente, se apoia em sólidas metodologias internacionais, contemplando a seleção das informações a serem publicadas, a verificação e o tratamento dos dados, bem como a formatação para a publicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as companhias que contaram com o suporte do CTE para o desenvolvimento do seu relatório ESG está a XP Asset Management. Signatária do PRI (Principles for Responsible Investment, da ONU), a gestora possui mais de R$ 155 bilhões de ativos sob sua gestão, entre eles os FIIs com atuação em diversos setores, como o logístico, properties e malls.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 2021, a XP Asset intensificou sua busca para aprimorar e integrar o tema ESG à sua estratégia. Primeiramente ela realizou um diagnóstico nos seus fundos imobiliários de ativos reais com base na Avaliação de Real Estate do GRESB (GRESB Real Estate Assessment). A partir desta análise, foi elaborada uma lista de ações para implementação nos anos subsequentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2022, a área imobiliária da XP Asset submeteu pela primeira vez parte de seu portfólio para a avaliação do GRESB e, em 2023 publicou o seu primeiro Relatório de Sustentabilidade referente aos dados do ano anterior. O documento pode ser acessado&nbsp;<a href="https://www.xpasset.com.br/xplog/list.aspx?idCanal=l4y9XhWCdo7u/Smc20rT9w==" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2023, além da avaliação do GRESB, a XP Asset também participou do GRESB Public Disclosure. Essa ferramenta avalia a qualidade e a extensão das informações que as organizações divulgam publicamente sobre suas práticas de ESG. Todos os fundos participantes, XPPPR11, XPML11 e XPLG11, alcançaram classificação A, o maior nível, afirmando o compromisso da companhia com temas ESG e com seus investidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O CTE acompanha de perto essa trajetória por meio de uma consultoria contínua para a gestão de ativos. “Isso permitiu que nossa equipe não apenas conhecesse muito bem as demandas do cliente, como também já tivesse em mãos muitos dados a serem utilizados no relatório de sustentabilidade”, comenta Umetsu.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um desafio na elaboração de qualquer documento desta magnitude é, justamente, o levantamento de informações detalhadas e precisas, como consumo de energia e água, emissões de gases do efeito estufa e gestão de resíduos sólidos. Contudo, embora seja uma etapa trabalhosa, esse esforço proporciona à empresa uma oportunidade para organizar processos e de fazer uma autoanálise. “Ao consolidarmos informações que até então estavam fragmentadas, a empresa tem uma percepção mais clara de todas as atividades que realizou e os resultados que atingiu no período analisado. Com isso, ela consegue determinar os próximos passos a serem dados com mais assertividade”, comenta a consultora do CTE.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sobre o relatório</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Abordando os três pilares do ESG (ambiental, social e governança) e com dados sobre a performance ambiental de cada fundo, o relatório da XP Asset foi desenvolvido com base no padrão EPRA sBPR 2017 (European Public Real Estate Association Sustainability Best Practice Recomendations Guidelines). Este referencial, adotado em todo o mundo, utiliza alguns indicadores do GRI (Global Reporting Initiative), com a vantagem de contemplar melhor as especificidades do mercado imobiliário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No relatório da XP foi adotada uma validação de segundo nível, o que significa que, mais do que checados, os dados foram apresentados e validados conforme as regras da norma de verificação AA1000 Assurance Standard.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A credibilidade de um relatório de sustentabilidade melhora significativamente quando há validação por consultoria independente como o CTE e são utilizados padrões e referenciais globalmente aceitos. “Tal cuidado confere&nbsp;às partes interessadas maior segurança de que o relatório é um reflexo do desempenho de sustentabilidade dos veículos de investimento envolvidos”, comenta&nbsp;João Rodrigues Netto, analista&nbsp;ESG no CTE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há alguns diferenciais da consultoria realizada pelo CTE para fundos imobiliários. A começar pelo profundo conhecimento das equipes sobre o mercado imobiliário. Até em função dessa expertise, o CTE consegue fazer benchmarking, algo que tem grande valor para seus contratantes. Há, também, a solidez técnica e metodológica adotada, assim como a busca constante pela inovação. Entre em&nbsp;<a href="https://homolog.cte.com.br/contato/">contato</a>&nbsp;para conversarmos mais a respeito:</p>
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