CTE faz auditorias técnicas em edificações para auxiliar na economia de água e energia

O agravamento da crise hídrica na região Sudeste e a possibilidade de o país enfrentar novamente um racionamento de energia preocupam os gestores de edificações de diversas tipologias.

Gestores de facilities, síndicos e engenheiros dos setores comercial, residencial, industrial e varejo já estão em processo de contingência diante da escassez da água, de quedas de energia e da elevação das tarifas desses serviços, e têm buscado também medidas economizadoras e soluções para garantir inclusive o abastecimento em caso de racionamentos.

Esta busca, no entanto, requer cautela, pois medidas pontuais, tecnologias mal aplicadas ou ações emergências podem gerar mais custos do que soluções!

Quando se pensa em conservação de água ou energia, é fundamental começar por estudos detalhados, que apontem onde é realmente possível reduzir o consumo, e analisar o custo-benefício de cada estratégia em curto, médio e longo prazo. A simples instalação de novas tecnologias ou a adoção de medidas restritivas não garantem a redução no consumo, e, na maioria das vezes, não são as opções que trarão mais resultados.

Quatro perguntas essenciais

Hoje, as solicitações dos gestores giram muito mais em torno da implantação de sistemas e tecnologias (“como implantar um sistema de aproveitamento de água de chuva?”, “como substituir a iluminação das garagens por lâmpadas LED?”), desconsiderando que outras etapas de verificação são essenciais, como, por exemplo, a de identificação de desperdícios.

“É comum, nas auditorias do CTE, identificarmos diversos vazamentos que, quando corrigidos, possibilitam redução muito mais significativa do que aquelas obtidas com a implantação do sistema de aproveitamento de água de chuva. Ou identificarmos também grande desperdício de energia nas áreas em que grande parte da iluminação permanece o tempo todo acionada, ou nas áreas em que não há necessidade de iluminação tão intensa, onde a simples redução da quantidade de lâmpadas ali instaladas poderia trazer mais economia do que a substituição das lâmpadas”, observa Wagner Oliveira, Coordenador de Pesquisa e Desenvolvimento do CTE.

Por isso, há mais de 10 anos, o CTE tem se dedicado a estudos para o desenvolvimento de estratégias sustentáveis voltadas para a eficiência no uso da Água e da Energia, com o objetivo de trazer aos gestores ferramentas efetivas na identificação de melhorias que possibilitem reduções reais e de longo prazo.

Estas estratégias iniciam com as Auditorias de Água e/ou Energia nas edificações para responder a quatro perguntas básicas:

1. Onde a água e a energia são consumidas?
2. Quanta água e energia são consumidas?
3. Quanto deste consumo não é necessário, ou seja, é desperdiçado?
4. Este consumo pode ser reduzido por uso de alguma tecnologia mais eficiente? Se não pode ser reduzido, pode ser atendido com uma fonte alternativa, tal como água não potável ou energias renováveis?

As respostas a estas perguntas permitem determinar ações direcionadas e escalonadas. Primeiramente, adotam-se ações para reduzir as perdas e desperdícios, muitas vezes camuflados ou desconhecidos devido à inexistência de sistemas de medição e controle de insumos. Posteriormente, indica-se a adoção de sistemas e equipamentos mais eficientes, e, por fim, de fontes alternativas de água e energia. O processo para se chegar à redução nos consumoe de água e energia, portanto, segue o caminho e tem a base apresentada nesta figura:

 

 

O CTE vem aplicando este método de trabalho com sucesso em diversos empreendimentos comerciais, residenciais e industriais com resultados significativos em todos eles.

Veja alguns cases de sucesso em economia de água e energia com as auditorias CTE:

 

 

Para saber mais e contratar a Auditoria Técnica de Água e/ou Energia do CTE, entre em contato com:

Wagner Oliveira - Coordenador de Pesquisa e Desenvolvimento: wagneroliveira@cte.com.br

Fone: 11 2149-0300