Curtas da Construção

Cyrela, Gafisa, RNI e Tecnisa reduzem perda - Cyrela, Gafisa, RNI Negócios Imobiliários e Tecnisa reduziram os respectivos prejuízos líquidos, no segundo trimestre, na comparação anual, conforme balanços divulgados ontem após o fechamento do mercado. A perda da Cyrela diminuiu 80%, para R$ 28 milhões. A Gafisa teve prejuízo de R$ 29,4 milhões, com queda de 83,7% menor, a RNI, perda de R$ 9,2 milhões, com redução de 74%. (Valor, 10/08/18). Leia mais no Valor Econômico

Cyrela diz estar otimista com lançamentos no segundo semestre - A Cyrela está otimista com lançamentos no segundo semestre, de acordo com o copresidente Efraim Horn. A estimativa para o período é de apresentação de 16 projetos, conforme o executivo. "A meta interna de lançamentos será atingida", afirmou Horn. Para o estoques de unidades prontas da Cyrela, depois de atingirem o pico em junho e julho, a previsão da companhia é que eles sejam reduzidos no segundo semestre deste ano, de acordo com o copresidente. De acordo com o diretor de relações com investidores da Cyrela, Paulo Gonçalves, há tendência de queda das contingências, pois não há mais obras em atraso. As contingências foram uma das razões para a companhia ter registrado prejuízo líquido de R$ 28 milhões no segundo trimestre. (Valor, 10/08/18). Leia mais no Valor Econômico

MRV espera semestre melhor - A MRV Engenharia espera que o segundo semestre seja melhor do que a primeira metade do ano em lançamentos, vendas e produção, de acordo com o copresidente da companhia, Rafael Menin. A incorporadora mantém sua meta de lançar 50 mil unidades no acumulado de 2018. (Valor, 10/08/18). Leia mais no Valor Econômico

Gafisa reduz prejuízo em 83,7% no segundo trimestre - A Gafisa reduziu o prejuízo líquido em 83,7% no segundo trimestre, na comparação anual, para R$ 29,4 milhões. A receita líquida cresceu 105,3%, para R$ 302,3 milhões. O diretor financeiro e de relações com investidores, Carlos Calheiros, ressalta que a representatividade de projetos com margens maiores aumentou e começa a impactar a receita. A margem bruta ajustada passou de 8,4%, no segundo trimestre de 2017, para 34,5% de abril a junho. A companhia registrou Ebitda ajustado de R$ 29,4 milhões, ante o indicador negativo de R$ 170,5 milhões no segundo trimestre do ano passado. (Valor, 090/08/18). Leia mais no Valor Econômico

Gestora GWI quer assumir Gafisa - O coreano Mu Hak You, dono da gestora GWI, já brigou com a administração da Lojas Americanas, da corretora Socopa, da editora Saraiva e agora está encarando o que pode ser a sua maior empreitada. A GWI se tornou a maior acionista da incorporadora Gafisa, com 25,7% de participação e duas cadeiras no conselho. Em menos de oito meses como acionista relevante, já conseguiu alterar a regra sobre tomada de controle da empresa e quer imprimir outras mudanças na companhia. Como a Gafisa tem capital pulverizado, administração e demais acionistas terão trabalho se quiserem se opor ao gestor coreano. (Valor, 09/08/18). Leia mais no Valor Econômico

Alta taxa de vacância no Rio derruba preço dos aluguéis - Depois de um início de ano animador, os mercados de escritórios de alto padrão e de condomínios industriais e logísticos terminaram o primeiro semestre praticamente estagnados no Rio de Janeiro, à espera da definição do cenário eleitoral e do início de uma recuperação da economia fluminense. A taxa de vacância - percentual de imóveis vagos - continua em patamares recordes em ambos os segmentos, sem uma queda expressiva nos preços pedidos para aluguel. (Valor, 09/08/18). Leia mais no Valor Econômico

Bcredi, plataforma de home equity, atinge recorde em originação - A Bcredi, fintech criada em 2017 e que oferece crédito com garantia de imóvel (home equity) 100% online, bateu os R$ 15,3 milhões de contratos originados nos primeiros seis meses do ano, o maior volume desde a criação da plataforma, em 2017. O montante é 262% superior aos primeiros seis meses de sua atuação no ano passado. A expectativa da Bcredi é de que até o final de 2019 esteja gerando R$ 16 milhões de contratos ao mês. Descolou. A Bcredi foi desenvolvida na Barigui Companhia Hipotecária, mas em maio se descolou da empresa para diversificar funding. Entretanto, a Barigui segue sócia da plataforma. A Barigui continua atuando no segmento de crédito imobiliário, tendo originado, desde 2010, mais de R$ 600 milhões em contratos. (O Estado de S. Paulo, 10/08/18)

Locações da BR Properties já superam total de 2017 - A BR Properties fechou locação de 81 mil metros quadrados desde o início do ano, total que supera os 80 mil metros quadrados do acumulado de 2017. Ontem, a companhia assinou dois contratos de aluguel de 13,6 mil metros quadrados do Ventura Corporate Towers para inquilinos do setor de óleo e gás, no Rio de Janeiro. Neste mês, a Petrobras devolveu à BR Properties 21,9 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL) da Torre Leste do Ventura e pagou multa equivalente aos valores de aluguel que seriam desembolsados até o fim do ano. (Valor, 09/08/18). Leia mais no Valor Econômico

Número de imóveis leiloados no país cresce 61% em um ano - O número de imóveis leiloados cresceu 61% em 12 meses (de junho de 2017 ao mesmo mês deste ano), segundo levantamento da Zukerman Leilões - empresa especializada na realização de leilões de imóveis de origem judicial e extrajudicial. São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro são os Estados onde eles mais ocorreram. Para o professor de economia do Ibmec/ MG, Felipe Leroy, o número não surpreende tendo em vista o atual cenário econômico do país. "As pessoas não estão conseguindo manter em dia as parcelas do financiamento imobiliário", observou. (O Tempo, 10/08/18)

Temer e crédito imobiliário - O presidente da República, Michel Temer, e representantes do Banco Central informaram, ontem, ao setor de construção que não veem problemas na antecipação da entrada em vigor das mudanças nas regras de financiamento imobiliário, segundo fonte setorial. Anunciadas há uma semana, as medidas começarão a vigorar em 1o de janeiro. Conforme a fonte, representantes dos setores de construção e financeiro pleitearam a antecipação, na prática, da mudança das regras para evitar que o mercado fique em compasso de espera e que o fechamento de novos negócios seja postergado. (Valor, 09/08/18). Leia mais no Valor Econômico

Temer não vê problema em antecipar medidas de crédito imobiliário - O presidente da República, Michel Temer, e representantes do Banco Central informaram nesta quarta-feira (8) ao setor de construção que não veem problemas na antecipação da entrada em vigor das mudanças nas regras de financiamento imobiliário, segundo fonte setorial. Anunciadas há uma semana, as medidas começarão a vigorar no dia 1º de janeiro de 2019. (Valor, 09/08/18). Leia mais no Valor Econômico

Novo valor para compra de imóvel com FGTS deve ser antecipado para setembro - O novo valor máximo para compra de imóvel com uso de recursos do FGTS, de R$ 1,5 milhão, deve valer a partir de setembro. A medida foi anunciada pelo governo na semana passada, como parte de um conjunto de ações para incentivar a construção civil, e estava prevista para entrar em vigor em janeiro de 2019. Mas o próprio governo passou a estudar a antecipação da vigência da regra, como revelou O GLOBO. A medida foi bem recebida pelo mercado, que pediu a antecipação do uso maior do FGTS. Com desemprego elevado e indicadores fracos, o setor da construção civil quer que incentivos entrem em vigor o mais rápido possível. O pedido foi feito ao presidente Michel Temer em reunião nesta quarta-feira. De acordo com participantes da reunião, Temer pediu a antecipação da medida à equipe econômica, que não teria se oposto. Um dos argumentos é que quem iria comprar imóveis até esse valor agora, com a medida, vai segurar a negociação para janeiro, após a entrada em vigor do limite maior. Também pesam a favor da aceleração da medida cálculos feitos pelo Conselho Curador do FGTS que apontam impacto de apenas R$ 300 milhões por ano nas contas do Fundo. Para os mutuários, sobretudo da classe média, a elevação do limite será positiva. Atualmente, o teto do valor do imóvel que pode ser comprado com o Fundo de Garantia está em R$ 950 mil em Minas Gerais, Rio, São Paulo e Distrito Federal, onde esses bens são mais caros. Nas demais localidades, o limite é de R$ 800 mil. A resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) acaba com essa diferença, fixando R$ 1,5 milhão em todos os estados. A decisão final do governo será tomada até a próxima reunião do CMN, marcada para o fim do mês. (O Globo 09/08/18)

Crédito imobiliário: juro cai para pessoas físicas - Com a queda da taxa básica de juros (Selic) desde 2016, as taxas de juros para financiamentos imobiliários oferecidos pelos bancos passaram a ser mais atrativas para o consumidor. Em agosto daquele ano, as taxas para pessoa física variavam de 7,44% a 11,31% ao ano. Hoje, as taxas reguladas variam de 7,06%, na Caixa Econômica Federal, até 9,55%, no Itaú Unibanco, segundo dados do Banco Central referentes a junho. (Diário do Nordeste, 09/08/18)

Setor de crédito imobiliário deverá passar por desconcentração bancária - As concessões de crédito para moradia deverão passar por uma desconcentração nos próximos anos, e a Caixa, tradicionalmente quem mais atuava nesse mercado, dificilmente será um líder disparado do segmento. O banco que mais emprestou para aquisição ou construção neste ano foi o Bradesco. A Caixa está em segundo. "As instituições privadas se movimentam para abocanhar fatias maiores", afirma Sérgio Cano Cortes, do MBA de gestão de negócios de incorporação imobiliária da FGV. Medidas anunciadas pelo governo no fim do mês passado favorecem essa tendência. Os bancos poderão, a partir de 2019, escolher a qual taxa indexar o crédito concedido, e a porcentagem do dinheiro que eles precisarão direcionar ao Sistema Financeiro Habitacional será menor. Se a taxa Selic seguir baixa, os privados terão outra vantagem sobre a Caixa, diz Alexandre Chaia, professor do Insper. "O dinheiro para imóveis era quase que só o da poupança, onde a Caixa tinha um diferencial. Agora, o natural é que os juros caminhem para um nível mais baixo, e os privados deverão conseguir captar a um custo menor." O Bradesco planeja ter atuação agressiva no setor, diz Romero Albuquerque, diretor do segmento no banco. "Nosso apetite continuará a existir. Esse cliente é interessante porque fica fidelizado por décadas." O Santander, em nota, afirma que tem planos para fortalecer a atuação no setor. Já a Caixa informa à coluna que pretende "aperfeiçoar, ainda mais, o tradicional modelo de crédito direcionado". (Folha de S.Paulo, 08/08/18)

Caixa e Banco do Brasil vão oferecer consignado com FGTS como garantia - Diante da resistência dos bancos privados em conceder empréstimos consignados (com desconto em folha) que tenham como garantia o FGTS, o governo decidiu usar a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil para dar a largada nesse tipo de financiamento. As duas instituições passarão a oferecer linhas de crédito garantidas pelo Fundo. Esses empréstimos podem permitir que trabalhadores do setor privado consigam taxas de juros mais baixas. (O Globo, 08/08/18)

Casa própria: secretária diz que está em estudo antecipar limite maior para FGTS - A secretária executiva do Ministério da Fazenda, Ana Paula Vescovi, confirmou ontem que o governo "pode estudar" antecipar a vigência da regra que autoriza o saque do FGTS na compra de imóveis de até R$ 1,5 milhão em todo o país, como O GLOBO antecipou nesta terça-feira. A secretária, que também preside o Conselho de Administração da Caixa, defendeu, porém, que o prazo definido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para que a medida passe a valer, que é janeiro de 2019, seja mantido, para que o setor possa "se organizar": "Pode ser estudada (a antecipação). Todas as medidas recentemente editadas pelo CMN foram muito positivas, porque permitem que os recursos do setor sejam melhor alocados e isso, com regras claras, pode de novo suscitar a busca pelos investimentos. Mas o fato de se adotar (o novo teto) no próximo ano dá previsibilidade suficiente para o setor se organizar." Ana Paula também afirmou que não há definição sobre novo aporte de capital na Caixa, além dos cerca de R$ 870 milhões decididos, na semana passada. (O Globo, 08/08/18)

Caixa suspende Pró-Cotista para imóveis usados - A linha de financiamento Pró-Cotista para imóveis usados, que é a mais barata depois do Minha Casa, Minha Vida, foi suspensa pela Caixa porque todo o limite destinado a essa operação em 2018, de R$ 1,4 bilhão, já foi usado. De acordo com o banco, a Pró-Cotista para imóveis novos, que tem um orçamento de R$ 2,1 bilhões no ano, ainda está aberta. A linha só pode ser acessada por trabalhadores com pelo menos três anos de vínculo com o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Os beneficiados precisam estar trabalhando ou ter saldo na conta do fundo equivalente a pelo menos 10% do valor do imóvel. Não há limite de renda. A Pró-Cotista tem tido muita procura nos últimos anos por causa da escassez de recursos de fontes com taxas de juros equivalentes, como a poupança. Isso fez a participação da linha no total de financiamento imobiliário, que era de apenas 1% em 2014, saltar para mais de 10%. (Folha de S.Paulo, 08/08/18)

Lançamento de lotes urbanos tem queda de 45%, diz sindicato - A quantidade de lotes lançados em São Paulo caiu 45% no primeiro trimestre, na comparação com o mesmo período de 2017, segundo o SecoviSP (sindicato da habitação). Foram 3.800 novos lotes no estado até março. Este é o primeiro levantamento do tipo feito pela entidade. "Temos um estoque grande, e as empresas têm postergado lançamentos para o fim deste ano, quando o cenário eleitoral estará definido e compradores terão o décimo terceiro", diz o vice-presidente do sindicato, Caio Portugal. O total de lotes à venda no estado chegou a 31,1 mil no fim de março deste ano. "A tendência para os próximos meses é de estabilidade no estoque. A confiança do consumidor e o crescimento econômico estão em patamares baixos, o que afeta a decisão de compra." (Folha de S.Paulo, 08/08/18)

Escritórios em São Paulo - A absorção líquida - diferença entre novas contratações e devoluções de áreas de escritórios - da cidade de São Paulo chegou a 75.648 metros quadrados no primeiro semestre, de acordo com levantamento da Cushman & Wakefield, empresa de serviços imobiliários. A maior absorção líquida - 20.451 metros quadrados - foi registrada na região da avenida Chucri Zaidan, na zona Sul da capital. A projeção para o acumulado do ano é de 150 mil metros quadrados. (Valor, 08/08/18). Leia mais no Valor Econômico

IGP-M, índice de reajuste de aluguéis, acelera a 0,70% na 1ª prévia de agosto - O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), que é utilizado como referência para correção de valores de contratos, como os de aluguel de imóvel, acelerou a alta para 0,70% na primeira prévia de agosto, frente ao avanço de 0,41% em igual período do mês anterior, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta sexta-feira. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) registrou no período avanço de 1,03%, depois de subir 0,34% no mês anterior. O IPA mede a variação dos preços no atacado e responde por 60% do índice geral. (O Globo, 10/08/18)

Depósitos pela capital - A Goodstorage, que aluga boxes de armazenamento para pessoas físicas e empresas, vai investir R$ 200 milhões em seis novas unidades na cidade de São Paulo. Todas deverão ser inauguradas até o fim de 2019, afirma o cofundador e diretor-executivo Thiago Cordeiro. "Quando começamos [em 2013] os depósitos ficavam em áreas mais afastadas. À medida que estamos em mais regiões, passamos a ser alternativa para o estoque do varejo eletrônico, por estarmos perto do consumidor final." A empresa teve aprovação dos acionistas -as gestoras Hemisfério Sul e Evergreen Capital Partners- para comprar os ativos nos últimos dois anos, quando estavam mais baratos, segundo Cordeiro. A previsão é de um aumento de 70% na área locável após a conclusão das obras. Como a vacância dos estabelecimentos ainda é alta, a ideia é estar em bairros atrativos para colher resultados a longo prazo. "Nossa ocupação hoje está em 65%, buscamos chegar a algo próximo a 85%. O nível atual não nos satisfaz, mas temos muitas unidades que ainda são novas". (Folha de S.Paulo, 08/08/18)

DTA busca acordo com MP para deslanchar terminal - Sete anos depois de começar os estudos para construir um porto na praia de Jaconé, em Maricá (RJ), a DTA Engenharia tenta, finalmente, tornar o projeto realidade. Hoje a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) realiza audiência pública para discutir o empreendimento. Conhecido como Terminais Ponta Negra (TPN), o projeto prevê investimentos de R$ 2,5 bilhões e a criação de 1,6 mil empregos na fase de construção. Mas, apesar de ser considerado importante para a economia do Rio, o terminal portuário pertencente à DTA está envolvido em uma polêmica com o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ). (Valor, 08/08/18). Leia mais no Valor Econômico

Venda de cimento recua - As vendas internas de cimento caíram 2,5% em julho, na comparação anual, para 4,6 milhões de toneladas, segundo o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC). Na comparação por dia útil, houve retração de 4,6% em julho, ante o sétimo mês do ano passado, e redução de 9,5% em relação a junho. No acumulado de janeiro a julho, as vendas caíram 1,7%, para 30,4 milhões de toneladas. Em nota, o SNIC reiterou que a indústria deve fechar o ano com redução de 1% a 2%. (Valor, 08/08/18). Leia mais no Valor Econômico

Arqueólogos encontram estrutura de loja do século XIX - Arqueólogos contratados pelo Consórcio VLT para realizar sondagens na região da Avenida Marechal Floriano acreditam ter encontrado na atual Rua Miguel Couto não só os alicerces desta antiga loja, mas também um conjunto de poços e uma bola de ferro, semelhante àquelas colocadas nas pernas de escravos para evitar fugas. Segundo Maria Dulce Gaspar, coordenadora do projeto de escavação, a descoberta é uma prova material da existência de um mercado de compra e venda de escravos no local, anterior à instalação do Cais do Valongo, região onde os africanos também eram comercializados. (O Globo, 09/08/18)

Crédito bancário interrompe ciclo de queda - O estoque de crédito dos grandes bancos interrompeu, no segundo trimestre, uma trajetória de queda iniciada há dois anos e meio. Itaú Unibanco, Banco do Brasil (BB), Bradesco e Santander chegaram ao fim de junho com um total de R$ 2,2 trilhões em empréstimos e financiamentos. O volume aumentou 4,3% em um ano, praticamente empatando com a inflação nesse período. Foi o melhor desempenho anual desde o terceiro trimestre de 2015, última vez em que o crédito cresceu acima da variação do IPCA, segundo o Valor Data. Em março, o crédito já havia mostrado um pequeno aumento nominal, mas ainda encolheu em termos reais. (Valor, 10/08/18). Leia mais no Valor Econômico

Custo da construção civil aumenta 0,52% em julho, mostra IBGE - O Índice Nacional da Construção Civil subiu 0,52% em julho, após aumento de 0,58% um mês antes, conforme pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). O acumulado no ano ficou em 2,65% e, nos últimos 12 meses, em 4,01%, resultado abaixo dos 4,07% dos 12 meses imediatamente anteriores. Em julho, o custo nacional da construção por metro quadrado foi de R$ 1.095,09 em julho, sendo R$ 563,69 relativos aos materiais e R$ 531,40 à mão de obra. Um mês antes, estava em R$ 1.089,46. O IBGE apontou que a parcela dos materiais apresentou a maior variação do ano, de 0,88%, resultado acima do índice observado em junho (0,56%) e em julho de 2017 (0,28%). Em termos regionais, os custos por metro quadrado foram de R$ 1.079,35 no Norte; R$ 1.019,82 no Nordeste; R$ 1.145,63 no Sudeste e de R$ 1.137,63 no Sul. No Centro-Oeste, correspondeu a R$ 1.100,46. A reação do crédito veio acompanhada de uma nova queda no risco de calotes, e essa combinação foi decisiva para levar os bancos a mais uma safra de resultados em alta. O lucro combinado das quatro maiores instituições financeiras de capital aberto somou R$ 17,8 bilhões no segundo trimestre, o que representa alta de 12,3% na comparação com o mesmo período do ano passado. Analistas consultados pelo Valor esperavam R$ 18 bilhões. (UOL, 09/08/18)