Curtas da Construção

Abramat muda comando e estratégia de atuação - A Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) projeta crescimento do faturamento deflacionado do setor de 1,5% neste ano, mas o novo presidente da entidade, Rodrigo Navarro, avalia que a expansão pode ser mais acentuada. "Se forem mantidas as condições favoráveis no Brasil e fora, poderemos revisar a estimativa para cima", disse ao Valor em sua primeira entrevista desde que assumiu o cargo em 1º de fevereiro. O executivo substituiu Walter Cover, que ficou seis anos no comando da entidade. Com 28 anos de experiência na área de relações institucionais de empresas como Xerox, Telemar, Philip Morris, Nokia, Copersucar e BMW, Navarro pretende tornar a entidade mais ativa e colaborativa, e com protagonismo maior na interlocução com o governo. A Abramat já deu início a conversas com outras entidades do setor de materiais e que congregam toda a indústria. "As perspectivas apontam para recuperação. Precisamos definir o que podemos fazer para ajudar nessa recuperação", afirma Navarro. (Valor, 08/03/18). Leia mais no Valor Econômico

Sem reforma - Segundo sondagem da Abramat, de janeiro para fevereiro caiu de 19% a 5% o percentual de empresas que confiam em ações do governo para estimular a construção civil. Também caiu o percentual de empresas da construção que pretendem investir. Era 70% em dezembro e foi para 60% em fevereiro. (O Globo,  0703/18)

Cresce busca por áreas em São Paulo para lançamentos de 2019 - As incorporadoras têm se mostrado bastante ativas na compra de terrenos na cidade de São Paulo - maior mercado imobiliário do país - neste momento de início do novo ciclo do setor. As novas áreas são compradas para lançamentos a partir de 2019, pois a maioria dos terrenos para lançamentos em 2018 já fazem parte da carteira das empresas. Cyrela, Even Construtora e Incorporadora, EZTec e Tegra estão entre as companhias que vêm se destacando na negociação de áreas no mercado paulistano. (Valor, 07/03/18). Leia mais no Valor Econômico

Custo de construção paulista cresce em fevereiro, diz Sinduscon - O Custo Unitário Básico (CUB) da construção civil do Estado de São Paulo registrou alta de 0,28% em fevereiro, para R$ 1.338,24 por metro quadrado. Foi a 10ª alta consecutiva do indicador, calculado pelo Sindicato da Indústria de Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP). A elevação acumulada em 12 meses é de 3,23%. No mês, os custos médios com mão de obra responderam por 61,4% do total, materiais por 35,4%, e despesas administrativas pelos demais 3,19%. Em nota, o presidente do Sinduscon-SP, José Romeu Ferraz Neto, informou que o aço é um dos produtos que vêm pressionando as altas consecutivas do indicador. Em 12 meses, o aço CA-50 Ø 10 apresentou elevação de 7,93%. Segundo Ferraz Neto, o aumento não é maior pela falta de novas obras. (UOL, 08/03/18)

Preços de imóveis caem - O Índice Properati Hiperdados Residencial Geral (IPH/RES-G) indica redução nominal de 0,53%, em fevereiro, nos preços médios por metro quadrado das cem cidades monitoradas, para R$ 6.184. Se considerado o IPCA, houve queda real de 0,82%. Em São Paulo, o preço médio caiu 0,52%, enquanto no Rio de Janeiro houve aumento de 0,12% e, em Brasília, alta de 2,57%. No acumulado de 12 meses, os preços médios do IPH/RES-G caíram 5,23%. A queda real foi de 7,87%. O indicador é calculado pela Hiperdados com base em informações do portal Properati. (Valor, 07/03/18). Leia mais no Valor Econômico

Caixa realiza leilão de 250 imóveis em São Paulo neste mês - Quem deseja comprar imóvel em São Paulo pode encontrar uma oportunidade em breve: entre os dias 10 e 24 deste mês haverá um leilão de 250 unidades da Caixa Econômica Federal. Há casas, apartamentos, espaços comerciais e terrenos, todos retomados pelo banco e disponíveis para lances presenciais e via internet. Com até 76% de desconto, é possível encontrar imóveis a partir de R$ 50.608,00. O abatimento é calculado de acordo com os preços praticados no mercado. Já as unidades mais caras podem chegar a custar R$2,8 milhões. Um apartamento em Moema (zona sul), por exemplo, pode ser arrematado por R$238.160,00. Já um outro imóvel em São Bernardo do Campo (ABC), com desconto de 48%, poderá ser comprado por R$103.021,00. Os imóveis disponíveis estão localizados na capital e em municípios como Barueri, Ferraz de Vasconcelos, Guarulhos, Itapevi, Osasco, Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul. Interessados podem fazer os lances pelo site ou também no Hotel Panamby (zona oeste). (O Estado de S. Paulo, 07/03/18)

Apartamentos digitais - Especializada em erguer prédios com apartamentos compactos, a construtora paulistana Vitacon, que recentemente lançou um empreendimento com unidades de 10 metros quadrados, se prepara para um de seus maiores saltos. "Vamos alcançar um Valor Geral de Vendas de R$ 2 bilhões até o fim do ano", diz Alexandre Lafer Frankel, CEO da companhia. E depois de firmar duas joint-ventures - uma com o fundo de Cingapura CapitalLand, para investir R$ 1,5 bilhão em unidades para alugar; e outra com o fundo americano Hines, para investir R$ 600 milhões na construção de prédios - a Vitacon vai abusar da tecnologia para atrair novos compradores. "Firmamos uma parceria com a IBM e com a Intel para digitalizar os nossos prédios", diz Frankel. A ideia é criar uma base de big data para saber tudo sobre o comportamento dos moradores e, assim, oferecer serviços sob medida. (IstoÉ Dinheiro, 07/03/18)

VBI vê perspectivas de expansão em moradias estudantis - A VBI Real Estate, gestora de recursos com atuação concentrada no mercado imobiliário, vai direcionar seus investimentos deste ano para os segmentos de galpões, escritórios comerciais e residências estudantis. Embora galpões respondam pela maior fatia da carteira da VBI - 25% -, o segmento de moradias estudantis, atualmente, com 20% do total, é o que tende a ter maior ganho de participação. A expectativa de maturação média dos investimentos a serem feitos em 2018 é de quatro a cinco anos. A VBI fechou, recentemente, captação de US$ 400 milhões, que dará suporte ao novo ciclo de aportes. "Ainda não há tendência de recuperação de preços, mas as perspectivas são de um ano mais intenso em volume de transações em todos os segmentos imobiliários", diz o sócio da VBI Rodrigo Abbud. No segmento de residências estudantis, a gestora comprou o controle da operadora ULiving, com aquisição de 50% das ações mais uma. Em outubro de 2017, a VBI se comprometeu a investir R$ 150 milhões em parceria com a ULiving no prazo de 18 meses. Praticamente metade do valor já foi desembolsado, e Abbud diz esperar que o restante seja investido nos próximos meses. (Valor, 06/03/18). Leia mais no Valor Econômico

Brasil Brokers cria imobiliária para segmento de luxo no Rio - A Brasil Brokers decidiu criar uma unidade de negócios voltada exclusivamente para a venda de imóveis de luxo no Rio de Janeiro, com valores a partir de R$ 3 milhões. Chamada de Unique, a imobiliária tem cerca de 300 imóveis em seu portfólio, com valor geral de vendas de R$ 1,2 bilhão. Inicialmente, a atuação será na zona sul da cidade. Um dos imóveis mais caros oferecido pela Unique é uma casa localizada no Jardim Pernambuco, uma espécie de sub-bairro localizado no Alto Leblon, por R$ 27 milhões. Na média, o preço das unidades oferecidas é de R$ 5,2 milhões. O nosso público é menos suscetível à instabilidade econômica e toda essa crise não o abalou tanto. Ele continua com fome de consumir, de morar no apartamento dos sonhos", afirma a sócia-fundadora da unidade, Pamela Ferreira. Oscilações políticas, por outro lado, têm um impacto maior sobre este potencial comprador, o que se agrava em ano eleitoral, e desdobramentos da operação Lava-Jato. (Valor, 06/03/18). Leia mais no Valor Econômico

Prévias indicam aumento de lucro de MRV, Tenda e Gafisa - MRV Engenharia, Tenda e Gafisa abrem, nesta semana, a temporada de balanços referente aos números do quarto trimestre de 2017 das incorporadoras. Com atuação concentrada no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, MRV e Tenda devem ser os destaques positivos do trimestre, com crescimento de lucro líquido e receita líquida. Já a maior parte das incorporadoras com produção direcionada para as rendas média e alta, cuja demanda foi mais afetada nos últimos anos pela piora da economia e pelos distratos, tende a apresentar resultados piores do que os do quarto trimestre de 2016. (Valor, 06/03/18). Leia mais no Valor Econômico

Banco público começa a retomar tamanho de antes da crise de 2008 - Depois de crescer fortemente nos governos Lula e Dilma, assumindo até mesmo a construção de silos e aeroportos regionais, os bancos públicos estão voltando para o seu tamanho anterior e colocando o foco nas suas atividades típicas. Alguns especialistas temem que essa reorientação de estratégia reduza os financiamentos para infraestrutura, habitação e agricultura. Outros defendem que boa parte desse papel já possa ser desempenhada pelo setor privado e que algumas instituições oficiais podem ter o capital pulverizado, a começar pelo Banco do Brasil. (Valor, 06/03/18). Leia mais no Valor Econômico

Casa própria - O consumidor tem mudado de comportamento ao comprar um imóvel. Enquanto o consórcio imobiliário fechou 2017 com crescimento de 4,5% em volume de créditos comercializados na comparação com 2016, os financiamentos sofreram retração de 7,4% no período. Os dados são da Associação de Administradoras de Consórcios e da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança. (O Dia, 07/03/18)

Agora vai - Obra de 2014, o Aqwa Corporate, prédio do arquiteto inglês Norman Foster, no Porto, começa, enfim, a receber os primeiros inquilinos. O escritório americano de advocacia Mayer Brown e a portuguesa Fábrica de Startups inauguram sedes em maio. (O Globo, 08/03/17)

Concreto forte - Pequena amostra de como o setor de construção civil continua forte e os empresários confiam no reaquecimento da economia. O empresário Paulo Octávio vai investir R$ 25 milhões em três prédios residenciais na Asa Norte. Serão 740 empregos diretos. Já o setor de infraestrutura continua a sofrer com os gargalos públicos nacionais. "A estagnação da produtividade brasileira é uma das razões para a falta de crescimento econômico-sustentável", frisa o jornalista Dimmi Amora, que lançou a Agência Infra. (O Dia, 08/03/18)

A crise hoteleira - Em setembro, o Sheraton Barra mudou de bandeira. Passou a se chamar Gran Nobile. Agora, até o fim do mês, o grupo Meliá deixa o Hotel Nacional, em São Conrado. O hotel reabriu em dezembro de 2016, depois de 21 anos fechado. (O Globo, 08/03/18)

Churrascaria Plataforma será demolida para dar lugar a hotel no Rio - Fechada desde abril do ano passado, quando ainda funcionava como casa de shows, a churrascaria Plataforma, no Leblon, vai ficar mesmo somente na memória. Um dos lugares preferidos do cantor e compositor Tom Jobim, que tinha mesa cativa ali, o estabelecimento será derrubado para dar lugar a um empreendimento da rede Accor Hotels. No momento, o imóvel está sendo preparado para a fase de demolição. Será um hotel da marca Mama Shelter com 120 apartamentos entre 18 e 34 metros quadrados, distribuídos em oito andares (um para o restaurante). (O Globo, 08/03/18)

Conheça o Guia da Edificação Segura - Com a colaboração da vice-presidência de Tecnologia e Sustentabilidade do Secovi-SP, o Deconcic (Departamento da Indústria da Construção da Federação), da Fiesp, criou o Guia da Edificação Segura, site com objetivo de promover a conscientização da sociedade sobre a importância de se ter imóveis, públicos e privados, com manutenção adequada, dentro das normas de segurança. Clique e conheça o guia na íntegra.(Secovi-SP/Fiesp, 07/03/18)

Estudo detalha atividades econômicas do setor de A&EC - O Sinaenco apresenta o estudo Perfil do Setor de Arquitetura e Engenharia Consultiva 2017, resultado da coleta de dados referentes às atividades econômicas das empresas do setor, representadas nacionalmente pelo Sindicato. Número de empresas, pessoal ocupado, estrutura das atividades existentes e resultados econômicos são alguns dos dados do Perfil, disponível aqui. (Sinaenco, 07/03/18)

Unesco aceita candidatura de Paraty a Patrimônio da Humanidade - A cidade de Paraty, no estado do Rio de Janeiro, teve sua candidatura ao título de Patrimônio da Humanidade aceita pela Unesco na semana passada. Não é a primeira vez que a cidade é aceita para a lista da organização, já tendo sido incluída em outras duas ocasiões, porém, esta é a primeira vez que a cidade concorre como Paisagem Natural e Cultural. O dossiê de candidatura de Paraty, documento que apresenta as informações históricas e dados relevantes que compõem o sítio, foi elaborado pelo Iphan em conjunto com o Ministério do Meio Ambiente. A próxima etapa do processo de aceite para a inclusão definitiva de Paraty na lista de Patrimônio da Humanidade é uma visita técnica do órgão consultivo da Unesco, o ICOMOS, que será realizada ainda este ano. Ano passado a Unesco reconheceu o sítio do Cais do Valongo, na cidade do Rio de Janeiro, como Patrimônio Cultural da Humanidade. (ArchDaily  06/03/18)

Ambição - A Vórtx tem planos para triplicar de tamanho até o final deste ano. A empresa, criada há dois anos, presta serviços de agente fiduciário nas emissões de títulos de empresas como Certificados de Recebíveis Imobiliários e do Agronegócio e fundos de investimento em direitos creditórios. Em 2017, fechou com R$ 63 bilhões de ativos em sua carteira. A empresa presta ainda serviços de administração e custódia. Segundo o ranking da Uqbar, empresa especializada em finanças estruturadas, a Vórtx respondeu por 70% do montante das operações de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) feitas em 2017. O principal diferencial da empresa, segundo seus fundadores, é o intenso acompanhamento e verificação dos lastros dessas emissões. (O Estado de S. Paulo, 07/03/18)

Mesmo proibido, Crivella diz que vai construir novo parque - Apesar de estar proibido pelo Tribunal de Contas do Município (TCM) de realizar novas obras, o prefeito Marcelo Crivella prometeu ontem que vai construir um parque na Cidade de Deus, na Zona Oeste, "nos mesmos padrões do que existe em Madureira". A Secretaria municipal de Conservação e Meio Ambiente, que será responsável pela construção, ainda não tem estimativa do custo. Também não há data para o plano sair do papel. (Extra, 07/03/18)

Procura por imóveis usados volta a crescer em São Paulo - O mercado de imóveis usados tem dado sinais de reaquecimento em São Paulo. "Observamos um crescimento na quantidade de clientes desde dezembro", afirma Igor Freire, diretor de vendas da imobiliária Lello. Em 2017, o total de contratos de compra intermediados pela empresa aumentou 6% em comparação com 2016. No Brasil, não há uma metodologia para calcular com precisão transações feitas no setor de usados, mas alguns especialistas estimam que o número seja de seis a sete vezes maior que o de comercializações de imóveis novos -no ano passado, foram 23,6 mil na cidade de São Paulo. Segundo o vice-presidente de intermediação e marketing do Secovi-SP (sindicato da habitação), Flávio Prando, a melhora na economia tem motivado quem estava adiando a compra de um imóvel a fechar negócio. (Folha de São Paulo, 05/03/18)

As vendas de materiais de construção no varejo caíram 9% em fevereiro na comparação com janeiro - Os números são da Pesquisa Tracking, realizada mensalmente pela da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco). Todas as cinco regiões do País apontaram retração. O Nordeste lidera a lista com 16%, seguido pelo Sul (15%), Sudeste (9%), Norte (8%) e Centro-Oeste (6%). Em relação aos materiais, os revestimentos cerâmicos aparecem em primeiro lugar com queda de 9% e as tintas em segundo, com retração de 7%. As vendas de telhas de fibrocimento se mantiveram no mesmo patamar do mês anterior. Para março, os lojistas estão com expectativas divididas, segundo a Anamaco. Enquanto 30% crê as que as vendas vão cair, outros 32% acham o contrário. Em relação aos investimentos, 36% se mostraram propensos para os próximos 12 meses, enquanto 16% declararam intenção de contratar novos funcionários. O otimismo em relação ao governo nos próximos 12 meses atingiu quase a metade dos entrevistados (49%). Já o Termômetro Abramat – sondagem mensal realizada por outra entidade, a Associação das Indústrias dos Materiais de Construção – também mostra cautela dos empresários do setor. Metade dos entrevistados no mês de fevereiro esperam regularidade nos resultados das vendas de materiais de construção em março. Outros 40% demonstram otimismo para o período. Em relação as vendas no mercado externo, 64% aguardam um mês regular e 34% um período de boas vendas. A sondagem mostra também a baixa ociosidade do setor (30%). A pesquisa, no entanto, revelou queda de 19% para 5% no otimismo dos empresários em relação ao Poder Público. Segundo a Abramat, as incertezas nas candidaturas para as próximas eleições presidenciais e sobre as reformas em discussão no Congresso levam os empresários a acreditar em dificuldades do governo para auxiliar a retomada do setor. (AEC, 08/03/18)

SindusCon-SP espera recuperação lenta do PIB da construção civil - Dados consolidados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o Produto Interno Bruto (PIB) da indústria da construção caiu 5% em 2017. O resultado negativo, entretanto, não surpreendeu o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), José Romeu Ferraz Neto, que adota uma postura cautelosa também para os resultados deste ano. “A desaceleração dos últimos dois anos ainda vai gerar impacto na construção [...] devido à inércia do setor”, comenta. Para 2018, a Fundação Getúlio Vargas espera um crescimento de 1,1%. No entanto, esse crescimento deve ser puxado pelo segmento de autoconstrução e de consumo das famílias, com alta esperada de 3,5%. Isolando a participação das construtoras, ainda se estima uma pequena queda de 0,6%. Para o SindusCon-SP, o setor deve buscar autonomia para reverter a situação, sendo necessária a revisão do formato de financiamento de obras públicas e habitacionais. “Precisamos [...] elencar as necessidades de infraestrutura e moradia do Brasil, com taxas de retorno definidas pelo mercado”, encerra Neto. (AEC, 08/03/18)

Ministério das Cidades publica empreendimentos do PMCMV-Rural - O Ministério das Cidades publicou os empreendimentos selecionados para o Programa Minha Casa, Minha Vida Entidades Urbanas e Rurais - Foram 1.596 propostas com investimento de R$ 4,6 bilhões – R$ 2,77 bilhões para entidades urbanas e R$ 1,83 para entidades rurais. Cerca de 310 propostas deverão atender famílias com renda mensal de até R$ 1,83 mil que moram em áreas urbanas e outras 1.286 para grupos familiares com renda anual bruta de até R$ 17 mil e que vivem em áreas rurais. Dentre as unidades selecionadas, 90% serão em áreas já promovidas de equipamentos públicos urbanos, e estão a menos de 1,5 km de escolas ou postos de proteção social e saúde básicas. Além disso, mais de metade das unidades, estão em terrenos classificados como Zona Especial de Interesse Social, as ZEIS. No PMCMV-Rural, mais de 25% das unidades selecionadas para contratação serão destinadas a comunidades tradicionais, como indígenas e quilombolas, e 12% a famílias assentadas pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, (Incra). (AEC, 08/07/18)

CNI propõe mapa com 60 metas para elevar competitividade - Manter a inflação abaixo de 3,5% ao ano e conter a relação dívida/PIB em menos de 88%. Fazer um superávit primário de 0,3% e reduzir de 27% para 15% a taxa média anual de juros paga por pessoas jurídicas. Fazer com que o espaço para investimentos suba de 3,9% para 5% do Orçamento da União. Essas são algumas das metas estabelecidas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) para 2022, quando termina o próximo mandato presidencial, como parte de uma agenda voltada ao aumento da competitividade brasileira. Elaborado com a participação de líderes empresariais, o "Mapa Estratégico da Indústria 2018-2022" tem 11 fatores-chave, divididos em temas prioritários e com as respectivas metas. É, em síntese, um roteiro para o novo governo que assume em janeiro. (Valor, 07/03/18). Leia mais no Valor Econômico

Poupança resiste apesar de saques no início de 2018 - Após dois anos com mais saída de recursos do que entrada, a captação líquida da poupança voltou a crescer em 2017 e deve continuar em trajetória positiva neste ano, segundo especialistas, apesar dos saques dos primeiros dois meses. O resultado reflete a recuperação da economia, que, com mais trabalhadores empregados e inflação baixa, permitiu que o brasileiro chegasse ao fim do mês com "sobra" de recursos. Nos primeiros dois meses, o fluxo de aplicação voltou a ficar negativo, mas o movimento é considerado comum em início de ano, quando chegam contas como IPVA, IPTU e matrículas escolares, dizem especialistas. (Valor, 07/03/18). Leia mais no Valor Econômico