Curtas da Construção

Distratos de imóveis continuam sem regras - O ano passado terminou com menos cancelamentos de vendas de imóveis - os chamados distratos - do que em 2016, mas a regulamentação para as rescisões ainda não foi definida, apesar de todas as rodadas de conversas realizadas entre incorporadoras, órgãos de defesa do consumidor e representantes do governo. Na prática, os distratos foram reduzidos não porque o país passou a adotar regras para devolução e retenção de recursos, mas com menor volume de entregas de novos imóveis e porque as empresas desenvolveram, nos últimos anos, estratégias para manter clientes em carteira. (Valor, 12/01/18). Leia mais no Valor Econômico

Preço de moradia em São Paulo tem nova queda trimestral e anual - Os preços de moradia na cidade de São Paulo caíram no 3º trimestre de 2017, de acordo com dados divulgados no começo do ano pelo Global Property Guide. A queda foi de 0,20% em relação ao trimestre anterior e de 1,13% em relação ao mesmo período do ano anterior, em números ajustados pela inflação. É uma reversão do cenário do trimestre anterior, mas a queda foi relativamente moderada. No mesmo ponto de 2016, o ritmo de redução estava em 8% na medida anual. Quando os números não são ajustados pela inflação, a coisa muda de figura e é verificada alta de preços de moradia na cidade de 0,39% na conta trimestral e 1,38% na conta anual. Com ajuste pela inflação, São Paulo é o 10º mercado imobiliário mais fraco dos 46 analisados. Sem ajuste pela inflação, é o 14º mais fraco. (Exame online, 12/01/18)

BNDES anuncia ampliação de linhas de crédito para pequenas e médias empresas - O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai ampliar o crédito para micro, pequenas e médias empresas em 2018. Ontem, ao anunciar mudanças em suas políticas operacionais, o banco informou que prorrogou até 31 de dezembro deste ano a vigência do BNDES Giro, linha de apoio a capital de giro, que terá dotação orçamentária de R$ 32 bilhões, dos quais R$ 27 bilhões serão para operações indiretas, via agentes financeiras, e R$ 5 bilhões para operações diretas. (Valor, 12/01/18). Leia mais no Valor Econômico

MP investiga obras de R$ 9 bilhões em SP - O Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) instaurou 30 inquéritos civis para apurar se houve atos de improbidade administrativa em contratos para obras de infraestrutura, transporte e serviços estimados em ao menos R$ 9 bilhões, no período de 2006 a 2012. São investigados políticos e agentes públicos que ocuparam cargos nos governos municipal e do Estado de São Paulo. As investigações derivam de informações que vieram à tona na megadelação de empresários e executivos da Odebrecht, no ano passado. (Valor, 12/01/18). Leia mais no Valor Econômico

S&P: 32 empresas devem ser rebaixadas após corte de nota do Brasil - Um grupo de 32 empresas deve ter seus ratings revisados para baixo pela Standard & Poor's (S&P), depois de a agência de classificação de risco ter rebaixado na quinta-feira a nota do Brasil de BB para BB-, com perspectiva estável. A situação é comum quando o rating de um país é alterado. Como algumas empresas concentram suas operações e ativos no Brasil, a nota soberana acaba funcionando como um espécie de "teto" para os ratings destas instituições. (Valor, 12/01/18). Leia mais no Valor Econômico

S&P Global rebaixa ratings de bancos e da B3, com perspectiva estável - A agência de classificação de risco S&P Global rebaixou nesta sexta-feira (12) os ratings (notas) de crédito de longo prazo dos bancos Bradesco, Itaú Unibanco, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, BNDES, Santander e também da bolsa B3. A avaliação passa de "BB" para "BB-", seguindo o rebaixamento feito ontem pela agência da nota soberana do país. A perspectiva dos ratings é estável, o que significa que não deve ocorrer outro corte neste ano. A avaliação passa de "BB" para "BB-", seguindo o rebaixamento feito ontem pela agência da nota soberana do país. A perspectiva dos ratings é estável, o que significa que não deve ocorrer outro corte neste ano. O rebaixamento da S&P também atingiu uma sequência de notas emitidas pelas instituições financeiras, entre elas o BNDES, o Bradesco e o Banco do Brasil. A ação de rating foi tomada ainda em relação a outros bancos, como Votorantim, ABC Brasil e Safra, além de subsidiárias como a Bradesco Seguros. (UOL, 12/01/18)

FecomercioSP: Varejo paulistano cresce menos que o de SP em outubro - As vendas do comércio varejista no Estado de São Paulo cresceram 4,3% no mês de outubro em relação ao mesmo mês de 2016 e atingiram R$ 52,7 bilhões, R$ 2,17 bilhões acima do apurado no mesmo período do ano anterior, disse a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) nesta quinta-feira. Com esses resultados, a variação acumulada no ano de 2017 foi de 4,4%, que, em termos reais, representa um faturamento R$ 21,2 bilhões superior ao registrado entre janeiro e outubro de 2016, segundo a Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista no Estado de São Paulo (PCCV), apurada mensalmente com base em informações da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz-SP). Segundo projeções da FecomercioSP, o faturamento real (descontada a inflação) do varejo paulista continua apontando para um crescimento anual ao redor de 4% em 2017. (Valor, 12/01/18). Leia mais no Valor Econômico

Indústria de SP sobe, mas opera no nível de 2004 - Principal parque fabril do país, o Estado de São Paulo produziu 0,7% a mais de bens industriais em novembro, na comparação a outubro, e puxou a indústria nacional para o campo positivo no mês (0,2%). Quando comparado a novembro de 2016, o crescimento em São Paulo foi de 7,1%. Com todo avanço, a indústria local segue operando em níveis baixos, semelhantes aos registrado em 2004. (Valor, 12/01/18). Leia mais no Valor Econômico

Prefeitura de SP abre consulta pública, via formulário eletrônico, para o Projeto de Intervenção Urbana – PIU PACAEMBU - A Prefeitura Municipal de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento e da São Paulo Urbanismo, comunicam a abertura de consulta pública, via formulário eletrônico, para o Projeto de Intervenção Urbana – PIU do Complexo composto pelo Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho e por seu Centro Poliesportivo, o “Pacaembu”. A ferramenta de participação está disponível no portal Gestão Urbana desde a última terça feira, 9 de janeiro. O objetivo da Prefeitura é receber comentários, pedidos de esclarecimentos e quaisquer contribuições sobre o Projeto. Os PIUs buscam promover o ordenamento, a requalificação e a reestruturação urbana em áreas subutilizadas e com potencial de transformação. Neste caso, a proposta visa à concepção de um novo modelo para a gestão do Pacaembu, que envolva a sua modernização e restauração, de forma a promover o pleno uso de seus equipamentos, respeitando sua condição de bem tombado. Clique aqui para mais informações, e participe! (Gestão Urbana-SP, Prefeitura de São Paulo, 12/01/18)

Fundos de investimentos não podem comprar bitcoin, diz CVM - A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) divulgou nesta sexta-feira que os fundos de investimento regulados não podem comprar diretamente moedas digitais, como o bitcoin, e pediu para que agentes interessados em investimentos indiretos em fundos de criptomoedas aguardem definições de autoridades sobre a legalidade de tal operação. As recomendações constam de ofício assinado por Daniel Walter Maeda Bernardo, superintendente de relações com investidores institucionais da CVM. No documento, ele argumenta que autoridades no Brasil e no exterior ainda não chegaram a um entendimento sobre “a natureza jurídica e econômica dessas modalidades de investimento” e que na avaliação da área técnica da CVM as moedas digitais “não podem ser qualificadas como ativos financeiros… e por essa razão, sua aquisição direta pelos fundos de investimento ali regulados não é permitida”. A CVM emitiu o documento após receber consultas de diversos participantes do mercado que questionaram o órgão regulador dos mercados financeiros do país sobre investimentos em criptomoedas. (Exame, 12/01/18)