Curtas da Construção

Cyrela quer voltar ao lucro após 2017 ruim - A Cyrela espera que seja possível voltar à lucratividade no próximo ano, afirmou na sexta-feira o diretor financeiro, Miguel Mickelberg. O executivo pondera que o momento em que a empresa terá lucro, novamente, depende da redução dos cancelamentos de vendas, da aceitação dos projetos da incorporadora pelo mercado e da recuperação da economia. "Nosso resultado ainda está bastante impactado por distratos", afirmou. (Valor, 13/11/17). Leia mais no Valor Econômico

Viver deixa prejuízo para lucrar R$ 18 milhões no trimestre - A Viver Incorporadora, que está em recuperação judicial, reverteu o prejuízo de R$ 81,3 milhões apurado no terceiro trimestre de 2016 e registrou lucro líquido de R$ 17,8 milhões de julho a setembro deste ano. O ganho no intervalo refletiu o abatimento do passivo tributário decorrente da adesão da companhia ao Programa Especial de Regularização Tributária (PERT). No trimestre, a receita líquida da Viver foi de R$ 142 mil, ante um valor negativo de R$ 54,1 milhões contabilizado no mesmo intervalo de 2016. A receita refletiu o não lançamento de projetos e os distratos do período. (Valor, 13/11/17). Leia mais no Valor Econômico

Tecnisa retomará lançamentos em 2018 - A Tecnisa não terá lançamentos em 2017, segundo o presidente, Joseph Nigri. Isso se deve à opção da companhia de focar na venda de estoques. A retomada da apresentação de novos projetos ao mercado ocorrerá em 2018. O novo presidente da Tecnisa, que assumiu o cargo no lugar de seu pai, Meyer Nigri, fundador da companhia, disse que não haverá "grande mudança" na estratégia da incorporadora e na condução do trabalho que já realizava como vice-presidente. O fundador da Tecnisa permanece como vice-presidente do conselho de administração da companhia. A Tecnisa vai buscar recuperação de valor provisionado para empréstimos de parceiros, segundo o diretor financeiro e de relações com investidores da empresa, Flávio Vidigal de Cápua. No terceiro trimestre, a empresa fez provisão para perda de R$ 60 milhões com créditos concedidos a parceiros e construtores cuja capacidade para honrá-los era "insuficiente" na sua avaliação. No entendimento da Tecnisa, não serão necessárias novas provisões. De acordo com o diretor, há expectativa de melhora da equivalência patrimonial à medida que o mercado evoluir. No terceiro trimestre deste ano, a conta de equivalência patrimonial da Tecnisa registrou prejuízo de R$ 4 milhões. (UOL, 13/11/17)

Impacto maior dos distratos já ocorreu, afirma Gafisa - O impacto maior dos distratos já ocorreu na Gafisa, segundo o presidente, Sandro Gamba. A maioria dos cancelamentos foi realizado em projetos comerciais, e não há mais empreendimentos em curso com esse perfil. Os preços dos lançamentos nos últimos anos está adequado à realidade do mercado, o que também contribui para menos expectativa de distratos. O executivo ressaltou que a Gafisa conseguiu reter parte dos clientes em carteira por meio da migração para unidades que pudessem ser enquadradas na renda dos compradores. Gamba acrescentou que a companhia tem conseguido melhorar sua velocidade de vendas a cada trimestre, mas que o patamar do quarto trimestre tende a ser menor do que o do período de julho a setembro, à medida que o volume de lançamentos será inferior. (Valor, 10/11/17). Leia mais no Valor Econômico

Recuperação é lenta, mas mercado tem melhorado, afirma Cyrela - O copresidente da Cyrela, Raphael Horn, afirmou nesta sexta-feira que a recuperação é lenta, mas que o mercado imobiliário tem melhorado, com crescimento das vendas. "O setor ainda sofre muito com a piada que são os distratos", acrescentou. Operações de venda de participações em sociedades de propósito específico (SPEs) e de terrenos são pontuais, segundo o diretor de relações com investidores e finanças estruturadas, Paulo Gonçalves. Segundo Horn, o foco da incorporadora continua a ser a venda de unidades em estoque para fazer caixa. "Estamos preocupados em transformar ativos em caixa", disse. O copresidente comparou incorporar, no Brasil, com o atual cenário de distratos. É como um jogador que vai a campo na Copa do Mundo com uma das pernas amarradas, disse. A expectativa é "voltar a jogar com as duas pernas em 2019", não por mudança nas regras dos distratos, mas porque as entregas estarão concluídas. Horn reiterou que a incorporadora fará lançamentos nas praças em que considerar viáveis. "Ainda é um modelo de volta da crise com o mercado melhorando. Não temos mais meta macro, faremos lançamentos produto a produto", afirmou. Os lançamentos da companhia podem ser "mais robustos" em 2018, segundo o copresidente, porque parte dos projetos que estavam previstos para este ano foram postergados por atrasos na obtenção de licenças. De acordo com Horn, a Cyrela analisa qual será sua posição na Tecnisa. No terceiro trimestre, a companhia vendeu parte de suas ações na empresa. (UOL, 11/11/17)

Em lenta retomada, setor já prevê crescer 1,5% em 2018 - Após três anos de forte retração no consumo brasileiro de cimento, a indústria local já mostra maior otimismo para um início de recuperação em 2018. O sentimento ganhou força a partir de agosto, quando a queda nas vendas internas começou a desacelerar mês a mês. Ontem, o SNIC, entidade dos fabricantes no país, informou que em outubro os despachos caíram 0,5% na comparação com um ano atrás. (Valor, 10/11/17). Leia mais no Valor Econômico

Rodobens planeja retomar crescimento no ano que vem - A Rodobens Negócios Imobiliários, que voltou a apresentar projetos ao mercado neste quarto trimestre, prepara para 2018 sua retomada gradual do crescimento, segundo os copresidentes, Alexandre Mangabeira e Carlos Bianconi. Projetos destinados ao Minha Casa, Minha Vida responderão por fatia de 10% a 20% dos projetos. A maior parte dos lançamentos serão projetos para os padrões médio e alto e empreendimentos econômicos acima da faixa do programa habitacional. O patamar de lançamentos para o próximo ano não é divulgado. (Valor, 10/11/17). Leia mais no Valor Econômico

Gafisa anuncia aumento de capital - O conselho de administração da Gafisa aprovou aumento de capital da companhia com valor entre R$ 200 milhões e R$ 300 milhões. O fundo Wishbone Management - maior acionista da companhia, com 17,21% de participação -, a Conifer Capital Management, LLC e fundos de investimento sob gestão de suas afiliadas se comprometeram a aportar pelo menos R$ 200 milhões. (Valor, 10/11/17). Leia mais no Valor Econômico

EZTec: Lucro líquido sobe quase 6 vezes no 3º tri, a R$ 280,3 milhões - O lucro líquido da EZTec cresceu quase seis vezes no terceiro trimestre deste ano frente a igual período de 2016, totalizando R$ 280,35 milhões. A receita líquida também apresentou melhor expressiva no intervalo, passando de R$ 115,5 milhões para R$ 691,683 milhões. A companhia contabilizou margem líquida de 41% no trimestre. A principal razão para a melhora dos resultados foi a venda da Torre B do EZ Towers. A incorporadora alienou o prédio de padrão 'triple A' para a Brookfield, por R$ 650 milhões. A margem bruta da EZTec subiu de 44,1% no terceiro trimestre de 2016 para 45,5% de julho a setembro. O indicador foi impactado, positivamente, pela venda da Torre B, com margem bruta de 47,1%.   O resultado financeiro líquido da incorporadora caiu 48% no trimestre, para R$ 11,4 milhões, devido à deflação do IGP-DI, base para atualização da carteira de unidades prontas. A EZTec gerou caixa de R$ 720,1 milhões no intervalo, como resultado do recebimento à vista do pagamento da Torre B. No fim de setembro, a companhia tinha caixa líquido de com R$ 834 milhões. (UOL, 10/11/17)

Resultados da Cyrela e da Tecnisa têm piora no 3º tri - No caso da Tecnisa, o prejuízo resulta de distratos, provisões e perdas com empréstimos para parceiros. A empresa fez provisão para perda de R$ 60 milhões com créditos concedidos a parceiros e construtores cuja capacidade para honrá-los era "insuficiente" na sua avaliação. Houve provisão para perda de R$ 8 milhões com o redimensionamento do custo das unidades em estoque e provisão para perda de R$ 3 milhões com a redefinição do custo de terrenos para venda. (Valor, 10/11/17). Leia mais no Valor Econômico

Lucro da Tenda cresce 33% no terceiro trimestre - A Tenda elevou seu lucro líquido em 33,3% no terceiro trimestre ante o mesmo período do ano passado, para R$ 30,7 milhões. A receita líquida subiu 33,6%, para R$ 361,4 milhões. A margem bruta aumentou de 33,6%, no terceiro trimestre de 2016, para 36,3% de julho a setembro. O valor da rubrica outras despesas operacionais mais do que triplicou, passando de R$ 10,5 milhões para R$ 36 milhões. A Tenda elevou a provisão para demandas judiciais com expectativa de perda maior em ações cíveis relacionadas a unidades do legado das safras antigas. Esse ajuste resultou em despesa extraordinária de R$ 21 milhões. A companhia teve geração caixa recorde de R$ 83,2 milhões, como reflexo da alta de 83% das unidades repassadas na comparação anual. No fim de setembro, a incorporadora tinha caixa líquido de R$ 256,8 milhões. Em relatório, a Tenda afirmou que tem acompanhado as discussões relacionadas à Caixa Econômica Federal e ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Na avaliação da companhia, essas questões podem resultar em "instabilidade operacional no curto prazo", mas as ações em curso são saudáveis para a sustentabilidade dessas instituições no longo prazo e asseguram a continuidade da faixa 2 do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. (UOL, 10/11/17)

CVM tenta manter receita ao longo da obra - A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ainda não jogou a toalha na discussão sobre a forma de reconhecimento de receita das incorporadoras imobiliárias no Brasil, e enviou uma nova manifestação ao Ifric (comitê de interpretação de normas contábeis IFRS) para tentar convencer o órgão internacional a mudar sua interpretação sobre o tema. (Valor, 10/11/17). Leia mais no Valor Econômico

Linha 3 do VLT e BRT Transbrasil receberão verbas federais até 2018 - Projetos já aprovados e em andamento, como a Linha 3 do VLT Carioca e o BRT Transbrasil estão entre os investimentos incluídos no Programa Avançar, do governo federal, para o Rio de Janeiro. O valor total de recursos do programa sucessor do PAC para o estado é de R$ 10,54 bilhões. O VLT ganhará aporte de R$ 117,8 milhões para pagar a Linha 3, que liga a Central À Avenida Rio Branco, seguindo pela Rua Marechal Floriano, além de parte das obras já entregues das linhas 1 e 2. (O Dia, 11/11/17)
 
Índice estável - O Índice FipeZap - que acompanha o preço de venda de imóveis residenciais em 20 cidades - manteve-se estável entre setembro e outubro de 2017. No ano, o índice apresenta ligeiro recuo nominal no preço médio do metro quadrado (-0,56%). A tendência é influenciada pela queda observada em cidades como Rio, Fortaleza e Niterói. Considerando-se que a inflação esperada (IPCA/IBGE) é de 0,47% para o mês de outubro e de 2,26% no acumulado no ano até outubro, o Índice FipeZap aponta queda real no preço de venda dos imóveis residenciais nos dois horizontes temporais. Entre as 10 cidades com recuo, destaque para Santos (-0,58%), Rio (-0,47%) e Distrito Federal (-0,38%). (O Globo, 12/11/17)
 
Sinais de recuperação do mercado - Os últimos 12 meses foram os mais fracos do mercado imobiliário desde 2009. Um levantamento da consultoria Neoway mostra que a construção de imóveis minguou no acumulado desse período. Ao olhar os meses mais recentes de forma isolada, porém, já é possível notar sinais de recuperação. Em agosto e setembro, os lançamentos tiveram aumento expressivos, e a expectativa dos especialistas é que a alta continue até dezembro, puxada, principalmente, pela redução dos juros e pela esperada queda no desemprego. "A maioria das incorporadoras reduziu os estoques e pode voltar a crescer", diz Cristina Pena, diretora da Neoway. Diante dessa perspectiva, as ações de grandes incorporadoras, como Cyrela, Even, Eztec e JHSF, subiram. Mas a maioria dos analistas continua recomendando evitar esses papéis e esperar que a melhora se consolide. (Exame, 10/11/17)

ABNT cria norma técnica de elaboração de orçamento para obras de infraestrutura - A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) colocou em Consulta Nacional até o dia 16 de outubro o projeto das quatro partes da NBR 16633 – Elaboração de Orçamento e Formação de Preço para Obras de Infraestrutura. O objetivo da Comissão de Estudo Especial de Elaboração de Orçamentos e Formação de Preços de Empreendimentos de Infraestrutura (ABNT/CEE-162) foi facilitar o cálculo de custos no setor de arquitetura e engenharia consultiva. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) colocou em Consulta Nacional até o dia 16 de outubro o projeto das quatro partes da NBR 16633 – Elaboração de Orçamento e Formação de Preço para Obras de Infraestrutura. O objetivo da Comissão de Estudo Especial de Elaboração de Orçamentos e Formação de Preços de Empreendimentos de Infraestrutura (ABNT/CEE-162) foi facilitar o cálculo de custos no setor de arquitetura e engenharia consultiva. As quatro partes da NBR 16633 são: Terminologia; Procedimentos Gerais; Elaboração de Projetos e Gestão de Obras; e Execução de Obras de Infraestrutura. Após o término da consulta pública, a ABNT irá analisar todas as sugestões recebidas para melhorias no texto, se necessário. “Esperamos, também, que com a aprovação da norma sejam minimizadas as frequentes divergências de interpretações e de critérios adotados na composição de preços elaboradas por contratantes e licitantes ou contratados”, finaliza Mingione. Para participar da consulta pública nacional, clique aqui. (Abrasfe, 10/11/17)
 
Investimento público cai em 2017 e voltará ao nível dos anos 1990, diz estudo do Senado - O que a construção de rodovias, rede de esgoto, obras de hospitais e escolas, compra de equipamentos e pesquisas científicas têm em comum? Todas são classificadas pelos economistas como investimentos. Algo que se gasta hoje com o objetivo de obter algum benefício no futuro. Pois a crise econômica recente fará com que o investimento do setor público no Brasil retorne ao patamar (em termos relativos) da década de 1990. É o que diz o economista Rodrigo Orair, diretor da IFI (Instituição Fiscal Independente), órgão de pesquisa ligado ao Senado Federal. A BBC Brasil teve acesso a um estudo inédito da IFI, a ser divulgado na manhã desta segunda-feira (13). O levantamento mostra que, nos governos dos Estados, o nível dos investimentos já retornou ao patamar da década de 1990. O investimento de todos os governos estaduais somados caiu de R$ 57,8 bilhões em 2014 para R$ 28,7 bilhões acumulados em 12 meses até junho de 2017, segundo o levantamento da IFI. De 1994 a 2000, o investimento médio dos Estados ficou em R$ 30,6 bilhões por ano, em valores corrigidos. O investimento dos Estados deve fechar este ano em 0,4% do PIB, que é a soma de tudo que o país produz. Em 2014, a cifra era de 1%. O mesmo deve se repetir no governo federal e nos municípios, segundo Orair, pesquisador que já estudava o tema no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) há quase dez anos, desde 2009. A preocupação com a queda do nível de investimento não deveria ser só de economistas. A falta de investimentos em geração e distribuição de energia ao longo dos anos 1990, por exemplo, fez com que o país enfrentasse um racionamento severo de energia elétrica de julho de 2001 a fevereiro de 2002. O episódio ficou conhecido como crise do "apagão". O economista Delfim Netto chegou a calcular que cada brasileiro perdeu R$ 320 por causa da crise energética. Clique aqui para ler a matéria na íntegra. (BBC Brasil, 13/0117)

Grades curriculares incorporam mais disciplinas sobre inovação - A velocidade das mudanças no mundo corporativo tem feito com que as escolas internacionais revejam seus currículos todos os anos, trazendo novas disciplinas ou complementando conteúdos com estudos de caso, simulações e linhas de pesquisa que acompanhem as revoluções do mercado. Atentas aos modismos, porém, elas ainda resistem a mudar a estrutura básica de seus MBAs e vêm optando por complementar a formação desses alunos com opções on-line, eletivas ou customizadas. (Valor, 13/11/17). Leia mais no Valor Econômico

Caixa renegocia débitos - A Caixa Econômica Federal realiza nas próximas semanas, com operações especiais em diversas capitais e grandes cidades do país, uma campanha para renegociar dívidas de clientes, inclusive aquelas com atraso há mais de um ano. A campanha, batizada de "Quita Fácil da Caixa", vai até 28 de dezembro. "O objetivo é proporcionar oportunidade para que os clientes possam pagar os atrasos, fazer acordos e renegociação para pagamento à vista ou parcelado, aproveitando esta época do ano em que aumenta a contratação de empregos temporários e ocorre o recebimento do 13º salário", diz o banco. (UOL, 10/11/17)

Mercado vê inflação maior neste ano e em 2018 - Os analistas consultados pelo Banco Central (BC) no Boletim Focus elevaram suas estimativas para o resultado do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) nos próximos 12 meses, para 2017 e para 2018. A previsão para a alta do IPCA de 12 meses saiu de 4,01% para 4,04%. Para 2017, o ajuste passou de 3,08% para 3,09% de aumento e, para o ano seguinte, de 4,02% para 4,04% de avanço. Na sexta-feira passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o IPCA de outubro subiu 0,42%, vindo de 0,16% em setembro, mas abaixo da estimativa média de 26 consultorias e instituições financeiras ouvidas pelo Valor Data, de alta de 0,48% no mês. No entanto, considerado apenas grupo de instituições que mais acertam as previsões, as chamadas Top 5, a expectativa de médio prazo para a inflação oficial neste ano saiu de 3,05% para 3,03% e, para 2018, de 4% para 3,95%. O Focus trouxe ainda que as estimativas para a taxa básica de juros no fim de 2018 e 2017 foram mantidas em 7% entre os economistas. As projeções para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) também foram mantidas em 0,73% neste ano e em 2,50% em 2018 entre os economistas consultados pelo BC. Já a expectativa para a produção industrial saiu de um crescimento de 2,00% para 1,96% em 2017 e de 3,00% para 2,73% em 2018. As apostas para o dólar foram mantidas em R$ 3,20 no fim de 2017 e em R$ 3,30 no encerramento de 2018 pela mediana considerando todas as instituições que participam do levantamento. Entre as Top 5, a projeção de médio prazo para o fim de 2017 foi reduzida de R$ 3,20 para R$ 3,15 e, para 2018, conservada em R$ 3,20. (UOL, 13/11/17)